Saiu o edital do Concurso do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (Concurso Juiz TRF 2). São 10 vagas imediatas + formação de cadastro reserva para o cargo de Juiz Substituto.

 

Quer saber as principais informações do Concurso e como se preparar para essa excelente oportunidade? Confira neste artigo tudo sobre a carreira (salário, benefícios, lotação, atribuições, etc) e as melhores dicas para detonar na seleção.

 

Veja agora!

 

 

Principais informações sobre o Concurso TRF 2

 

Quais as carreiras e atribuições?

 

O concurso TRF 2 2018 ofertará vagas para o cargo de Juiz Federal Substituto.

 

Mas o que é um Juiz Substituto, afinal?

 

Ao contrário do que muita gente pensa, o Juiz Substituto não é “chefiado pelo” Juiz Titular. Na verdade, ambos desempenham praticamente as mesma funções. No entanto, o substituto tem menos tempo de carreira.

 

Cabe ao Juiz Substituto (como ao titular) processar e julgar os feitos que tramitam na Justiça Federal comum, que por sua vez, tem competência para julgar as causas que a União seja autora, ré, assistente ou oponente. Também julgam causas que envolvam estados estrangeiros ou tratados internacionais, crimes políticos ou praticados contra bens, serviços ou interesses da União e a disputa sobre os direitos indígenas.

 

Qual o nível de formação exigido?

 

O candidato ao cargo de Juiz Federal Substituto precisa, obrigatoriamente, ser graduado em Direito há, no mínimo, três anos, com certificado expedido por instituição de ensino credenciada no Ministério da Educação (MEC).

 

Além disso, precisa ter, no mínimo, três anos de atuação jurídica após a obtenção do grau de bacharel.

 

Qual o salário?

 

A remuneração inicial de um Juiz Federal Substituto é bastante atrativa, pois é de R$ 27.500,17. No entanto, esse valor é acrescido de diversas gratificações, que aumentam significativamente a cifra inicial e que falaremos adiante.

 

Quais os benefícios?

 

Além do robusto salário base, o Juiz Federal Substituto tem direito a uma série de gratificações. Esses adicionais são consideradas verbas indenizatórias não tributáveis e têm sido alvo de severas críticas, uma vez que, quando somados à remuneração, costumam extrapolar — e muito! —  o teto constitucional (que está em cerca de R$ 33.700,00).

 

Qual a lotação?

 

Os aprovados no concurso TRF 2 para o cargo de Juiz Federal Substituto poderão ser lotados em qualquer vara ou comarca nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, conforme demanda do órgão.

 

Ou seja, se você passar no concurso TRF 2, esteja pronto para talvez tomar a decisão de mudar de cidade ou estado.

 

Quais as chances de crescimento na carreira?

 

Como já dissemos antes, o Juiz Substituto desempenha praticamente as mesmas funções de um Juiz Titular. A diferença entre eles está no tempo de serviço público. Ambos entram na carreira por meio de concurso público e um Juiz Substituto se torna, na progressão (desde que com mérito para tanto), titular da vara ou comarca em cerca de 10 anos.

 

Como foi a concorrência do último concurso?

 

O último concurso TRF 2 para o cargo de Juiz Federal Substituto, realizado em 2016, ofereceu 50 vagas. No total, 7.673 pessoas se inscreveram para a seleção. Isso representou um relação de 153,46 candidatos por vaga.

 

Ou seja, uma concorrência bastante alta.

 

No entanto, o candidato bem preparado não precisa se alarmar. Isso porque sabemos que, em quase todos os concursos públicos, apenas entre 8% e 10% dos candidatos estão realmente na disputa por uma vaga.

 

Muitos não estudaram o suficiente ou estão apenas testando conhecimentos, e outros tantos acabam desistindo de comparecer ou não entregam a prova, entrando para a estatística da abstenção.

 

Por isso, se você quer mesmo se diferenciar e agilizar sua aprovação, é preciso ter em mente que a concorrência não é o fator mais importante e, sim, a preparação.

 

Quais as etapas do edital?

 

O último concurso do TRF 2 para o cargo de Juiz Federal Substituto contou com cinco etapas. Veja quais foram:

 

  1. Prova objetiva (classificatória e eliminatória)
  2. Provas escritas: uma prova discursiva e duas provas práticas (classificatórias e eliminatórias) .
  3. Inscrição definitiva (eliminatória), composta pelas fases de:
  • Sindicância da vida pregressa e investigação social.
  • Exame de sanidade física e mental.
  • Exame psicotécnico.

     4.Prova oral (classificatória e eliminatória).

5.Avaliação de títulos (classificatória).

 

Como são as provas?

 

A prova objetiva do concurso TRF 2 costuma ter 100 questões de múltipla escolha, com cinco alternativas e apenas uma correta. Fazem parte do programa 12 disciplinas divididas em três blocos:

 

Bloco 1 (35 questões)

 

 

Bloco 2 (35 questões)

 

 

Bloco 3 (30 questões)

 

 

Em praticamente todas as provas objetivas de concursos da magistratura é cobrado cerca de 30% de legislação, 30% de doutrina e 40% de jurisprudência. Busque estudar o conteúdo mais atual para todas as áreas do Direito.

 

Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Processual Civil e Direito Penal costumam ser as disciplinas mais complicadas, com o maior número de tópicos solicitados. Como é impossível saber quais serão cobrados na hora da prova, o estudo é longo e é preciso decorar muita coisa.

 

A prova discursiva solicita uma dissertação sobre tema escolhido pela comissão de organização do concurso e seis questões de cinco disciplinas:

 

  • Sociologia do Direito.
  • Psicologia Judiciária.
  • Ética e Estatuto Jurídico da Magistratura Nacional.
  • Filosofia do Direito.
  • Teoria Geral do Direito e da Política.

 

A prova oral traz perguntas sobre temas que constam no conteúdo solicitado no edital ou se desdobram deles. Para cada candidato que chegou até esta etapa, é sorteado (com antecedência mínima de 24 horas) um tema diferente e eles são avaliados por uma banca examinadora específica.

 

Uma dica que pode fazer a diferença é buscar informar-se dos temas solicitados em editais anteriores e treinar, com amigos ou sozinho mesmo. Dessa forma você estará mais desenvolto no dia da avaliação.

 

Como você pode notar, a seleção é extensa e com um conteúdo programático bastante grande. Todas as matérias têm muitos temas e subtemas para serem estudados. Por isso, a preparação precisa ser minuciosa. Em pouco tempo não há milagre!

 

Como funciona a prova prática?

 

As provas práticas do concurso TRF 2 solicitam ao candidato uma sentença cível e outra criminal. Essa avaliação é constituída apenas da resolução do caso a ser sentenciado.

 

Nesta etapa, é permitida ao candidato a consulta à legislação não anotada ou comentada, mas não às súmulas, transcrições jurisprudenciais, obras doutrinárias e outros materiais.

 

Qual a banca?

 

Os editais do TRF 2 eram, costumeiramente, encabeçados pela Cespe/Cebraspe. No entanto, o último concurso, em 2016, surpreendeu ao compor uma comissão interna. Para muitos concurseiros, isso pode ser considerado um ponto positivo, uma vez que as provas da banca própria foram consideradas mais fáceis, com uma nota de corte menor.  

 

A comissão organizadora do Concurso TRF2 2018 foi escolhida recentemente e é constituída por desembargadores. São eles:

 

Membros efetivos:

Desembargador Abel Fernandes Gomes – Presidente.

Desembargador Guilherme Calmon Nogueira da Gama.

 

Membros suplentes:

Desembargador Aluisio Gonçalves de Castro Mendes.

Desembargador Marcus Abraham.

 

O Concurso Juiz TRF2 2018 será organizado pela comissão interna do Tribunal.

 

Como se preparar?

 

A preparação é a parte mais importante da jornada até a aprovação em um concurso público. É preciso ter em mente que são horas e mais horas de estudos, leituras, exercícios e revisão. Para obter bons resultados, só com muita disciplina e foco.

O primeiro passo, é obter todas as informações sobre o concurso (prazos, disciplinas pedidas, banca examinadora, etc) lendo com muita atenção o edital. Depois, é fundamental planejar seus estudos da forma que melhor funcione com você.

 

Para lhe ajudar nesse caminho, clique para conferir o post como montar um cronograma de estudos perfeito para sua rotina.

 

 

 

Quais os melhores cursos preparatórios?

 

Se você tem como investir tempo e dinheiro em curso preparatório, é preciso pensar bem antes para escolher um que seja adequado às suas necessidades. É sempre um diferencial apostar em um módulo específico para a sua área de atuação.

 

O  Estratégia Concursos, por exemplo, tem um curso direcionado para o concurso TRF 2. Além disso, o Estratégia tem ótimos índices de aprovação nos principais concursos do país, conta com um material de qualidade e professores renomados.

 

O Gran Cursos Online também está muito bem avaliado. Da mesma forma, tem material completo, com videoaulas, e professores de primeira linha. 

 

Ainda tem dúvidas? Aproveite para conferir nosso ranking completo com os melhores cursos preparatórios para concursos.

 

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Quais as melhores técnicas para estudar?

 

Há diversas técnicas que podem potencializar seu aprendizado, como a pomodoro e a de ciclo de estudos. Você também pode estudar com flash cards ou mapas mentais. O ideal é experimentar cada uma delas e ver com qual se adapta melhor.

 

Para lhe ajudar na escolha, reunimos todas as informações no post com as 16 melhores técnicas e métodos de estudos para concursos públicos.

 

Como estudar por questões?

 

De todas as técnicas, a mais utilizada pelos concurseiros é, com certeza, a de estudo por questões. O método ajuda revisar a matéria e fixar o conteúdo. Com isso, também torna o estudo mais efetivo e acelera a aprovação! Faça o download de provas anteriores do concurso TRF 2 e comece a aplicar a técnica na sua preparação.

 

Para saber mais, acesse o post completo que fizemos sobre o assunto.

Acesse provas anteriores do concurso TRF 2Acesse editais anteriores do concurso TRF 2

Acesse editais anteriores do concurso TRF 2  

 

Checklist do candidato do concurso TRF 2

 

Aqui fazemos uma pequena checkllist que você pode usar para verificar se o concurso TRF 2 é uma opção para o seu perfil. Confira:

 

  • Ter formação de Nível Superior em Direito há, pelo menos, três anos.
  • Ter experiência jurídica comprovada por, pelo menos, três anos desde a graduação.
  • Estar disposto a mudar de cidade, conforme a demanda do órgão (e de acordo com a sua classificação).
  • Ter dedicação e empenho.
  • Desejar estabilidade financeira e profissional.

 

Se depois de muita análise você tem certeza que o concurso TRF 2 é para você, essa é sua chance!

 

E para turbinar sua preparação na reta final, conte com a gente!

 

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Bons estudos!

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