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Previsão de Concurso para DiplomataDe maneira geral, não é preciso ficar aflito com a previsão de concurso para diplomata. Isso porque o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata vem sendo realizado anualmente, sem falhas, desde 1996. Neste ano, a seleção já está em sua segunda fase.

As provas do concurso para diplomata são aplicadas em todas as capitais do país e no Distrito Federal. Podem participar pessoas com formação de Nível Superior em qualquer área de atuação que tenham o sonho de ingressar na carreira diplomática. Contudo, é preciso disponibilidade para morar em Brasília ou no exterior.

Os aprovados no concurso estarão aptos se inscreverem no Curso de Formação de Diplomatas do Instituto Rio Branco no cargo de Terceiro secretário, com remuneração inicial de mais de R$ 19 mil.

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Principais informações sobre o concurso para diplomata (concurso diplomata 2019)

 

Histórico 

Atualmente, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), com sede no Palácio do Itamaraty (Brasília-DF), é o órgão do Poder Executivo que assessora a presidência da República na formulação, desempenho e acompanhamento das relações do Brasil com outros países e organismos internacionais. O Brasil mantém relações diplomáticas com todos os 192 países membros da ONU.

Mas foi no século XIX que a diplomacia ganhou destaque no Brasil e ganhou um patrono, o Barão de Rio Branco, que, desde 1945, dá nome ao instituto responsável pela admissão à carreira. 

Um dos nomes mais relevantes da diplomacia brasileira foi o gaúcho Osvaldo Euclides de Souza Aranha, que comandou o Itamaraty na Era Vargas. Ele esteve diretamente envolvido com a criação do Estado de Israel e presidiu a primeira sessão especial da Organização das Nações Unidas (ONU), em 194, tendo sido indicado, inclusive, ao Prêmio Nobel da Paz em 1948.

Quais as atribuições de um Diplomata?

 

As funções de um diplomata são, essencialmente, burocráticas, envolvendo reuniões nas quais  representa o Brasil perante outros países, fortalecendo laços com órgãos governamentais e outros parceiros. 

Saiba quais são as principais atividades de um Diplomata:

  • Participar de reuniões nas quais representa o Brasil em outros países. 
  • Atuar junto às Nações Unidas.
  • Auxiliar indivíduos de nacionalidade brasileira em solo estrangeiro (sejam eles moradores de outro país ou viajantes) em questões legais e de visto.
  • Divulgar e promover a cultura brasileira em outros países.
  • Fortalecer os laços estratégicos com representantes de governos de outros países
  • Ajudar na organização de eleições para comunidades brasileiras no exterior.
  • Desempenhar atividades administrativas no Itamaraty, em Brasília. 

Quais as possibilidade de atuação de um Diplomata?

 

De maneira geral, a carreira de um diplomata pode ser de cunho consular ou diplomático. A linha consular, em resumo, tem foco nos cidadãos.  Já a linha diplomática tem foco nos interesses da nação. 

Linha consular

O Diplomata trata de assuntos ligados aos cidadãos brasileiros no exterior, trabalhando de forma direta com essa comunidade. Ele pode, por exemplo, emitir vistos ou manter contato com brasileiros presos no exterior por crime cometido em terras estrangeiras. É um ambiente bastante burocrático e que envolve processos administrativos.

 

Linha diplomática

Nessa linha, o Diplomata trata de acordos bilaterais em diversas áreas e é o meio de comunicação entre o governo brasileiro e o país estrangeiro em negociações complexas. Atua também junto às Nações Unidas. 

 

Itamaraty

O diplomata que permanece no Brasil, atua na sede do Ministério das Relações Exteriores, o Palácio do Itamaraty, em Brasília. Desenvolve trabalho administrativo, também mantendo contato com delegações estrangeiras que visitam o país.

Qual o perfil do Diplomata?

Muitas pessoas têm dúvidas sobre o perfil do Diplomata. Afinal, qual a formação ideal? O que é preciso ter e saber para desempenhar essa função tão renomada? 

De fato, é preciso ter várias qualificações. Porém, mais importante que uma formação específica, é estar disposto a encarar desafios. Isso porque a carreira exige muito jogo de cintura e até mesmo resiliência. 

Afinal, as mudanças de país são muitas para aquela que exercem a carreira no exterior. A cada dois ou três anos é preciso mudar de mala e cuia para uma nova cultura, com novas pessoas e hábitos. E nem sempre o país de destino pode ser aquele almejado. 

Nesse contexto, é muito importante falar outros idiomas. E não apenas “arranhar”, mas ter fluência, compreendendo o que é dito e se fazendo compreender. Lembre-se que o Diplomata será o representante da nação em diversas ocasiões, com autoridades e chefes de Estado, tratando dos mais variados assuntos. 

Então, precisa estar à altura da função desempenhada. 

Atualmente, há cerca de 1300 diplomatas brasileiros (20% mulheres, 80% homens). Desse total, em média 650 estão no exterior. 

Quantas são as vagas?

 

Em 2019, foram oferecidas 20 vagas para o ingresso no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) no cargo de terceiro secretário. Contudo, em outros anos, esse montante já chegou a 30.

 

Qual o nível de formação exigido?

 formaçao

Para se candidatar a uma vaga no concurso para diplomata, é preciso ter formação de Nível Superior em qualquer área de atuação. 

O candidato também poderá apresentar um diploma de graduação em instituição estrangeira, desde que apresente, até a data da posse, a revalidação exigida pelo Ministério da Educação (MEC).

Os editais não dispõem expressamente sobre a validade de Cursos Superiores de Tecnologia (formação de Tecnólogo). Contudo, de acordo com o que é estabelecido pelo MEC, na Resolução CNE/CP nº 3, que a formação de tecnólogo é, sim, uma formação superior para todos efeitos.

Uma curiosidade: embora não haja uma graduação específica para ser Diplomata, mais de 50% dos candidatos têm diploma de Direito, Relações Internacionais, Jornalismo ou Economia.

Porém, vale lembrar que o ingresso na carreira depende unicamente da aprovação no teste de admissão. Sendo assim, não há análise de currículo que privilegie alguma formação acadêmica. Nenhuma pós-graduação, mestrado ou doutorado conta pontos.

Quais as demais exigências?

 

Os demais requisitos para os candidatos no concurso para Diplomata são:

  • Ser brasileiro nato;
  • Estar no gozo dos direitos políticos;
  • Estar em dia com as obrigações eleitorais;
  • Estar em dia com as obrigações do Serviço Militar, no caso dos candidatos do sexo masculino;
  • Tter idade mínima de 18 anos;
  • Apresentar aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo, verificada por meio de exames pré-admissionais.

 

Qual o salário?

 

 A remuneração inicial para um Diplomata durante o curso de formação no Brasil, quando ocupa o cargo de terceiro-secretário,  é de R$ 19.199,06.

Qual a lotação?

 

Os aprovados no concurso para diplomata passam por curso de formação em Brasília (DF).

Após esse período, podem ser enviados à embaixadas ou consulados em país estrangeiro. Ou atuarem em atividades administrativas no Palácio do Itamaraty, que foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e que abriga o Ministério das Relações Exteriores (em Brasília).

Qual a jornada de trabalho?

 

time 2 jornada tempoPara diplomatas expatriados, é muito difícil precisar um montante de horas trabalhadas. A função exige uma disponibilidade enorme. Já para os diplomatas que atuam em atividades administrativas no Itamaraty, em Brasília, em tese a jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

Quais as chances de crescimento na carreira?

 

Como em qualquer outra carreira, os diplomatas têm um plano de desenvolvimento.

A diplomacia se divide em classes (na ordem hierárquica decrescente):

  • Ministro de Primeira Classe;
  • Ministro de Segunda Classe;
  • Conselheiro;
  • Primeiro secretário;
  • Segundo secretário;
  • Terceiro secretário.

Há também o cargo de liderança do órgão, que é de Ministro das Relações Exteriores. Contudo, esse cargo é ocupado apenas por indicação do Presidente da República.

Os aprovados no concurso para Diplomata ingressam na carreira no cargo de Terceiro secretário.

A mudança de classe ocorre a partir da avaliação interna, respeitando tempos mínimos pré-estabelecidos. De maneira geral, se levar cerca de 15 anos para chegar ao cargo de Ministro de Primeiro Classe.

 

Como foi a concorrência do último concurso?

 

concorrenciaO concurso  para diplomata é um dos mais concorridos e difíceis do país. Em 2019, foram ofertadas apenas 20 vagas e houve um total de 6.411 inscritos. Ou seja, uma média de 320 candidatos por vaga.

O concurso 2019 ainda está em andamento, contudo, é possível registrar as notas de corte oficiais no CACD em 2018, que foram de:

  • 41.75 pontos (ampla concorrência)
  • 32 pontos (deficientes)
  • 33.25 pontos (negros)

 

Quais as etapas do edital?

 

O concurso para diplomata tem três fases:

1ª) Prova objetiva em formato de teste, de caráter eliminatório;

2ª) Provas escritas com traduções de Língua Inglesa,/Língua Espanhola e Língua Francesa, além de redações em Língua Portuguesa;

3ª) Provas escritas dissertativas, de caráter eliminatório e classificatório.

Como são as provas?

 

O concurso para Diplomata tem três fases distintas, cada uma delas com uma extensa lista de matérias abordadas.  

Veja como são constituídas as provas objetivas e dissertativas do concurso para diplomata:

 

Provas objetivas

 

A prova objetiva do concurso para Diplomata é tradicionalmente conhecida como Teste de Pré-Seleção (TPS). É constituída de 73 questões do tipo CERTO e ERRADO (uma questão errada anula uma questão certa), nas seguintes disciplinas:

  • Língua Portuguesa (10 questões);
  • Língua Inglesa (9 questões);
  • História do Brasil (11 questões);
  • História Mundial (11 questões);
  • Política Internacional (12 questões);
  • Geografia (6 questões);
  • Economia (8 questões);
  • Direito e Direito Internacional Público (6 questões).

 

Provas escritas

 

As provas escritas dissertativas do concurso para Diplomata versam sobre as seguintes disciplinas:

  • Língua Portuguesa;
  • Língua Inglesa;
  • História do Brasil;
  • Geografia;
  • Política Internacional;
  • Economia;
  •  Direito e Direito Internacional Público;
  • Língua Espanhola;
  • Língua Francesa.

A prova escrita de Língua Portuguesa é constituída de:

  • Redação sobre tema geral entre 65 a 70 linhas.
  • Dois exercícios de interpretação, de análise ou de comentário de textos entre 15 a 20 linhas cada.

A prova escrita de Língua Inglesa é constituída de:

  • Redação sobre tema geral entre 45 a 50 linhas;
  • Tradução de um texto do inglês para o português;
  • Versão de um texto do português para o inglês;
  • Elaboração de um resumo, em inglês, de um texto escrito em língua inglesa, com extensão a ser estabelecida no comando do exercício, estimada entre 35% e 50% do texto a ser resumido.

A prova escrita de História do Brasil é constituída de:

  • Duas questões discursivas de até 90 linhas;
  • Duas questões discursivas de até 60 linhas;

A prova escrita de Geografia é constituída de:

  • Duas questões discursivas de até 60 linhas;
  • Duas questões discursivas de até 40 linhas.

A prova escrita de Política Internacional é constituída de:

  • Duas questões discursivas de até 90 linhas;
  • Duas questões discursivas de até 60 linhas.

A prova escrita de Economia é constituída de:

  • Duas questões discursivas de até 60 linhas;
  • Duas questões discursivas de até 40 linhas.

A prova escrita de Direito e Direito Internacional Público é constituída de:

  • Duas questões discursivas de até 60 linhas;
  • Duas questões discursivas de até 40 linhas.

A prova escrita de Língua Espanhola é constituída de:

  • Elaboração de resumo, em espanhol, a partir de texto escrito em língua espanhola, com extensão a ser estabelecida no comando do exercício, estimada entre 35% e 50% do texto a ser resumido;
  • Elaboração de versão de um texto do português para o espanhol.

A prova escrita de Língua Francesa é constituída de:

  • Elaboração de resumo, em francês, a partir de texto escrito em língua francesa, com extensão a ser estabelecida no comando do exercício, estimada entre 35% e 50% do texto a ser resumido;
  • Elaboração de versão de um texto do português para o francês.

 Provas e Editais Anteriores Concurso Diplomata

Qual o conteúdo programático?

 

Veja qual o conteúdo completo do edital 2019 do concurso para Diplomata:

 

LÍNGUA PORTUGUESA (primeira e segunda fases):

1 Língua portuguesa: modalidade culta usada contemporaneamente no Brasil. 1.1 Sistema gráfico: ortografia, acentuação e pontuação; legibilidade. 1.2 Morfossintaxe. 1.3 Semântica. 1.4 Vocabulário. 2 Leitura e produção de textos. 2.1 Compreensão, interpretação e análise crítica de textos escritos em língua portuguesa. 2.2 Conhecimentos de linguística, literatura e estilística: funções da linguagem; níveis de linguagem; variação linguística; gêneros e estilos textuais; textos literários e não literários; denotação e conotação; figuras de linguagem; estrutura textual. 2.3 Redação de textos dissertativos dotados de fundamentação conceitual e factual, consistência argumentativa, progressão temática e referencial, coerência, objetividade, precisão, clareza, concisão, coesão textual e correção gramatical. 2.3.1 Defeitos de conteúdo: descontextualização, generalização, simplismo, obviedade, paráfrase, cópia, tautologia, contradição. 2.3.2 Vícios de linguagem e estilo: ruptura de registro linguístico, coloquialismo, barbarismo, anacronismo, rebuscamento, redundância e linguagem estereotipada.

LÍNGUA INGLESA (primeira e segunda fases)

Primeira Fase: 1 Compreensão de textos escritos em língua inglesa. 2 Itens gramaticais relevantes para compreensão dos conteúdos semânticos. Segunda Fase: 1 Redação em língua inglesa: expressão em nível avançado; domínio da gramática; qualidade e propriedade no emprego da linguagem; organização e desenvolvimento de ideias. 2 Tradução do Inglês para o Português: fidelidade ao texto-fonte; respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte; correção morfossintática e lexical. 3 Versão do Português para o Inglês: fidelidade ao texto-fonte; respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte; correção morfossintática e lexical. 4 Resumo: capacidade de síntese e de reelaboração em Inglês correto.

HISTÓRIA DO BRASIL (primeira e segunda fases)

1 O período colonial. 1.1 A configuração territorial da América Portuguesa. 1.2 As dimensões econômicas e sociais da América Portuguesa. 2 O processo de independência. 2.1 Movimentos emancipacionistas. 2.2 A situação política e econômica europeia. 2.3 O Brasil sede do Estado monárquico português. 2.4 O Constitucionalismo português e a independência do Brasil. 2.5 A influência das ideias liberais e sua recepção no Brasil. 3 O Primeiro Reinado (1822-1831). 3.1 A Constituição de 1824. 3.2 Quadro político interno. 3.3 Política exterior do Primeiro Reinado. 4 A Regência (1831-1840). 4.1 Centralização versus descentralização: reformas institucionais. 4.2 O Ato Adicional de 1834 e revoltas provinciais. 4.3 A dimensão externa. 5 O Segundo Reinado (1840-1889). 5.1 O Estado centralizado; mudanças institucionais; os partidos políticos e o sistema eleitoral; a questão da unidade territorial. 5.2 Política externa: as relações com a Europa e os Estados Unidos da América; questões com a Inglaterra; a Guerra do Paraguai. 5.3 A questão da escravidão. 5.4 Crise do Estado Monárquico. 5.5 Sociedade e cultura: população, estrutura social, vida acadêmica, científica e literária. 5.6 Economia: a agroexportação; a expansão econômica e o trabalho assalariado; as políticas econômico-financeiras; a política alfandegária e suas consequências. 6 A Primeira República (1889-1930). 6.1 A proclamação da República e os governos militares. 6.2 A Constituição de 1891. 6.3 O regime oligárquico: a “política dos estados”; coronelismo; sistema eleitoral; sistema partidário; a hegemonia de São Paulo e Minas Gerais. 6.4 A economia agroexportadora. 6.5 A política externa: a obra de Rio Branco; a II Conferência de Paz da Haia (1907); o Brasil e a Grande Guerra de 1914; o Brasil na Liga das Nações. 6.6 Sociedade e cultura: o Modernismo. 6.7 A crise dos anos 20 do século XX: tenentismo e revoltas. 6.8 A Revolução de 1930. 7 A Era Vargas (1930-1945). 7.1 O processo político e o quadro econômico financeiro. 7.2 A Constituição de 1934. 7.3 A Constituição de 1937: o Estado Novo. 7.4 O contexto internacional dos anos 1930 e 1940; o Brasil e a Segunda Guerra Mundial. 7.5 Industrialização e legislação trabalhista. 7.6 Sociedade e cultura. 8 A República Liberal (1945-1964). 8.1 A nova ordem política: os partidos políticos e eleições; a Constituição de 1946. 8.2 Industrialização e urbanização. 8.3 Política externa: relações com os EUA; a Guerra Fria; a “Operação Pan-Americana”; a “política externa independente”; o Brasil na ONU; o Brasil no Rio da Prata; o Brasil e a expulsão de Cuba na OEA. 8.4 Sociedade e cultura. 9 O Regime Militar (1964-1985). 9.1 A Constituição de 1967 e as modificações de 1969. 9.2 A economia. 9.3 Política externa: 27/30 relações com os EUA; o “pragmatismo responsável”; relações com a América Latina, relações com a África; o Brasil na ONU. 9.4 Sociedade e cultura. 9.5 O processo de transição política. 10 O processo democrático a partir de 1985. 10.1 A Constituição de 1988. 10.2 Partidos políticos e eleições. 10.3 Transformações econômicas. 10.4 Impactos da globalização. 10.5 Mudanças sociais. 10.6 Manifestações culturais. 10.7 Evolução da política externa. 10.8 Mercosul. 10.9 O Brasil na ONU. 11 Os impactos tecnológicos e digitais nas transformações políticas e sociais do Brasil no século XXI.

HISTÓRIA MUNDIAL (primeira fase)

1 Estruturas e ideias econômicas. 1.1 Da Revolução Industrial ao capitalismo organizado: séculos XVIII a XX. 1.2 Características gerais e principais fases do desenvolvimento capitalista (desde aproximadamente 1780). 1.3 Principais ideias econômicas: da fisiocracia ao liberalismo. 1.4 Marxismo. 1.5 As crises e os mecanismos anticrise: a Crise de 1929 e o “New Deal”. 1.6 A prosperidade no segundo pós-guerra. 1.7 O “Welfare State” e sua crise. 1.8 O Pós-Fordismo e a acumulação flexível. 2 Revoluções. 2.1 A Revolução Francesa e as revoluções burguesas. 2.2 Processos de independência na América. 2.3 Conceitos e características gerais das revoluções contemporâneas. 2.4 Anarquismo. 2.5 Socialismo. 2.6 Revoluções no século XX: Rússia e China. 2.7 Revoluções na América Latina: os casos do México e de Cuba. 3 As relações internacionais. 3.1 Modelos e interpretações. 3.2 O Concerto Europeu e sua crise (1815-1918). 3.3 As rivalidades coloniais. 3.4 Causas da Primeira Guerra Mundial. 3.5 Os 14 pontos de Wilson. 3.6 A Paz de Versalhes e a ordem mundial resultante (1919-1939). 3.7 A Liga das Nações. 3.8 As causas da Segunda Guerra Mundial. 3.9 As conferências de Moscou, Teerã, Ialta, Potsdam e São Francisco e a ordem mundial decorrente. 3.10 Bretton Woods. 3.11 O Plano Marshall. 3.12 A Organização das Nações Unidas. 3.13 A Guerra Fria: a noção de bipolaridade (de Truman a Nixon). 3.14 Os conflitos localizados. 3.15 A “détente”. 3.16 A “segunda Guerra Fria” (Reagan-Bush). 3.17 A crise e a desagregação do bloco soviético. 4 Colonialismo, imperialismo, políticas de dominação. 4.1 O fim do colonialismo do Antigo Regime. 4.2 A nova expansão europeia. 4.3 Os debates acerca da natureza do Imperialismo. 4.4 A partilha da África e da Ásia. 4.5 O processo de dominação e a reação na Índia, China e Japão. 4.6 A descolonização. 4.7 A Conferência de Bandung. 4.8 O Não-Alinhamento. 4.9 O conceito de Terceiro Mundo. 5 A evolução política e econômica nas Américas. 5.1 A expansão territorial nos EUA. 5.2 A Guerra de Secessão. 5.3 A constituição das identidades nacionais e dos Estados na América Latina; militarismo e caudilhismo. 5.4 A doutrina Monroe e sua aplicação; a política externa dos EUA na América Latina. 5.5 O Pan-Americanismo. 5.6 A OEA e o Tratado do Rio de Janeiro. 5.7 As experiências de integração nas Américas. 6 Ideias e regimes políticos. 6.1 Grandes correntes ideológicas da política no século XIX: liberalismo e nacionalismo. 6.2 A construção dos Estados nacionais: os casos da Alemanha e da Itália. 6.3 Grandes correntes ideológicas da política no século XX: democracia, fascismo, comunismo. 6.4 Ditaduras e regimes fascistas. 6.5 O novo nacionalismo e a questão do fundamentalismo contemporâneo. 6.6 O liberalismo no século XX. 7 A vida cultural. 7.1 O movimento romântico. 7.2 A cultura do imperialismo. 7.3 As vanguardas europeias. 7.4 O modernismo. 7.5 A pós-modernidade. 8 As relações internacionais no século XXI frente aos novos paradigmas digitais, as redes sociais e as modernas ferramentas tecnológicas de comunicação.

POLÍTICA INTERNACIONAL (primeira e segunda fases)

1 Relações internacionais: conceitos básicos, atores, processos, instituições e principais paradigmas teóricos. 2 A política externa brasileira: evolução desde 1945, principais vertentes e linhas de ação. 3 O Brasil e a América do Sul. 3.1 Integração na América do Sul. 3.2 O Mercosul: origens do processo de integração no Cone Sul. 3.3 Objetivos, características e estágio atual de integração. 3.4. As iniciativas de integração física, energética, política, econômica e de defesa na América do Sul. 4 Argentina: política externa e relações com o Brasil. 5 Relações do Brasil com os demais países do hemisfério. 6 Estados Unidos da América: política externa e relações com o Brasil. 7 União Europeia: origens, evolução histórica, estrutura e funcionamento, situação atual, política externa e relações com o Brasil. 8 Rússia: política externa e relações com o Brasil. 9 O Brasil e a África. 10. O Brasil e a Ásia. 10.1 China, Índia e Japão: políticas externas e relações com o Brasil. 11. O Brasil e o Oriente Médio; 11.1 A questão israelo-palestina. 11.2 Síria, Iraque, Irã e outras situações nacionais relevantes. 12 A Comunidade dos Países de Língua 28/30 Portuguesa. 13 O Brasil e a agenda internacional: 13.1 O multilateralismo de dimensão universal: a ONU; as conferências internacionais; os órgãos multilaterais. 13.2 Desenvolvimento e desenvolvimento sustentável. 13.3 Pobreza e ações de combate à fome. 13.4 Meio ambiente. 13.5 Mar, espaço e Antártida. 13.6 Direitos humanos, liberdade religiosa e políticas de identidade. 13.7 Migrações internacionais, migrantes, refugiados e apátridas. 13.8 Comércio internacional e Organização Mundial do Comércio (OMC). 13.9 Sistema financeiro internacional. 13.10 Desarmamento e não-proliferação. 13.11 Crimes de guerra e crimes contra a humanidade: genocídio, holocausto e a Tribunal Penal Internacional. 13.12 Terrorismo. 13.13 Narcotráfico, crime transnacional e crimes cibernéticos de alcance global. 13.14 Reforma das Nações Unidas. 13.15 Operações de paz das Nações Unidas. 14 O Brasil e o sistema interamericano. 14.1 A Organização dos Estados Americanos. 15 O Brasil e a formação dos blocos econômicos, a negociação de acordos comerciais e a promoção comercial. 16 A dimensão da segurança na política exterior do Brasil. 17 O Brasil e as coalizões internacionais: o G-20, o IBAS e o BRICS. 18 O Brasil e a cooperação sul-sul. 19 Criptomoedas, blockchain e os impactos na economia mundial.

GEOGRAFIA (primeira e segunda fases)

1 História da Geografia. 1.1 Expansão colonial e pensamento geográfico. 1.2 A Geografia moderna e a questão nacional na Europa. 1.3 As principais correntes teóricas da Geografia. 2 A Geografia da População. 2.1 Distribuição espacial da população no Brasil e no mundo. 2.2 Os grandes movimentos migratórios internacionais e internacionais. 2.3 Dinâmica populacional e indicadores da qualidade de vida das populações. 3 Geografia Econômica. 3.1 Globalização e divisão internacional do trabalho. 3.2 Formação e estrutura dos blocos econômicos internacionais. 3.3 Energia, logística e reordenamento territorial pós-fordista. 3.4 Disparidades regionais e planejamento no Brasil. 4 Geografia Agrária. 4.1 Distribuição geográfica da agricultura e pecuária mundiais. 4.2 Estruturação e funcionamento do agronegócio no Brasil e no mundo. 4.3 Estrutura fundiária, uso da terra e relações de produção no campo brasileiro. 5 Geografia Urbana. 5.1 Processo de urbanização e formação de redes de cidades. 5.2 Conurbação, metropolização e cidades-mundiais. 5.3 Dinâmica intraurbana das metrópoles brasileiras. 5.4 O papel das cidades médias na modernização do Brasil. 6 Geografia Política. 6.1 Teorias geopolíticas e poder mundial. 6.2 Temas clássicos da Geografia Política: as fronteiras e as formas de apropriação política do espaço. 6.3 Relações Estado e território. 7 Geografia e gestão ambiental. 7.1 O meio ambiente nas relações internacionais: questões conceituais e institucionais. 7.2 Macro divisão natural do espaço brasileiro: biomas, domínios e ecossistemas. 7.3 Política e gestão ambiental no Brasil.

ECONOMIA (primeira e segunda fases)

1 Microeconomia. 1.1 Demanda do Consumidor. 1.1.1 Preferências. 1.1.2 Equilíbrio do consumidor. 1.1.3 Curva de demanda. 1.1.4 Elasticidade-preço e elasticidade-renda. 1.2. Oferta do Produtor. 1.2.1 Fatores de produção. 1.2.2 Função de produção. 1.2.3 Elasticidade-preço da oferta. 1.3 Tipos de Mercados e de bens. 1.3.1 Concorrência perfeita, monopólio e oligopólio. 1.3.2 Determinação de preços e quantidades de equilíbrio. 1.3.3 Tipos de bens. 1.3.4 Bens públicos. 1.3.5 Bens rivais. 1.3.6 Recursos comuns e Bens comuns. 1.3.7 Externalidades. 2 Macroeconomia. 2.1 Contabilidade Nacional. 2.1.1 Os conceitos de renda e produto. 2.1.2 Teorias clássica e keynesiana de determinação da renda. 2.1.3 Oferta e demanda agregadas. 2.1.4 Agregados macroeconômicos: identidades básicas das contas nacionais. 2.2 Contas externas. 2.2.1 Os conceitos de déficit e superávit nas contas externas. 2.2.2 Balanço de pagamentos: a conta de transações correntes, a conta de capital e financeira. 2.2.3 Indicadores de Liquidez Externa. 2.2.4 Indicadores de Solvência Externa. 2.3 Economia do Setor Público e Política Fiscal. 2.3.1 Gastos e receitas do governo. 2.3.2 Política orçamentária e equilíbrio orçamentário. 2.3.3 Conceitos de superávit e déficit público. 2.3.4 Abordagem Ricardiana da Dívida Pública. 2.3.5 Endividamento e responsabilidade fiscal. 2.3.6 Papel do Governo. 2.3.7 Objetivos e instrumentos de política fiscal. 2.3.8 Efeitos fiscais sobre a política monetária. 2.3.9 Consumo, investimento, poupança e gasto do governo. 2.4 O modelo IS-LM-BP. 2.5 Teoria e Política monetária. 2.5.1 Funções da moeda. 2.5.2 Criação e distribuição de moeda. 2.5.3 Oferta da moeda e mecanismos de controle. 2.5.4 Procura da moeda. 2.5.5 Tipos de Inflação. 2.5.6 Moeda e preços no longo prazo. 2.5.7 Teoria Quantitativa da Moeda. 2.6 Política Monetária. 2.6.1 Papel do Banco Central. 2.6.2 Objetivos e instrumentos de política monetária. 2.6.3 Inflação e Taxa de Juros. 2.6.4 Política Monetária Não- 29/30 Convencional. 2.6.5 Conceitos Básicos da Regulação e Supervisão do Sistema bancário, financeiro e do Mercado de Capitais. 2.7 Crescimento e Desenvolvimento Econômico. 2.7.1 Teorias de Crescimento Econômico. 2.7.2 O papel da inovação no crescimento econômico: os modelos Solow e Schumpeteriano. 2.8 Emprego e renda 2.8.1 Conceito de Desemprego. 2.8.2 Tipos de Desemprego. 2.8.3 Determinação do nível de emprego. 2.8.4 Indicadores do mercado de trabalho. 2.8.5 Lei de Okun. 3 Economia internacional. 3.1 Teorias de Comércio. 3.1.1 Teorias clássicas, Neoclássicas e contemporâneas do comércio internacional. 3.1.2 O comércio intrafirma e intrassetorial. 3.1.3 O papel das economias de escala e da concorrência imperfeita para o comércio internacional. 3.1.4 A crítica de Prebisch e da Cepal. 3.1.5 Deterioração dos termos de troca. 3.2 Macroeconomia aberta. 3.2.1 Os fluxos internacionais de bens, capitais e serviços. 3.2.2 Regimes de câmbio. 3.2.3 Taxa de câmbio nominal e real. 3.2.4 Determinantes da Política Cambial. 3.2.5 A relação poupança externa-crescimento econômico. 3.2.6 A relação câmbio-juros-inflação. 3.3 Efeitos de tarifas, quotas, subsídios e outros instrumentos de política comercial. 4 História econômica brasileira. 4.1 A economia brasileira no Século XIX. 4.1.1 A economia cafeeira. 4.2 Primeira República. 4.2.1 Políticas econômicas e evolução da economia brasileira. 4.2.2 Crescimento industrial. 4.2.3 Políticas de valorização do café. 4.3 A Industrialização Brasileira no Período 1930-1945. 4.3.1 O Modelo de Industrialização por Substituição de Importações (ISI) 4.3.2 Falhas e Críticas ao Modelo de Industrialização por Substituição de Importações (ISI). 4.4 A década de 1950. 4.4.1 O Plano SALTE. 4.4.2 O Plano de Metas. 4.4.3 O pós-guerra e a Nova Fase de Industrialização. 4.5 O Período 1962-1967. 4.5.1 A desaceleração no crescimento. 4.5.2 O Plano Trienal de Desenvolvimento Econômico e Social. 4.5.3 Reformas do Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG). 4.5.4 A Importância das reformas do PAEG para a retomada do crescimento em 1968. 4.6 A retomada do crescimento 1968-1973. 4.6.1 Causas do “Milagre Econômico”. 4.6.2 O Primeiro Plano Nacional de Desenvolvimento (I PND). 4.7 Desaceleração econômica e o segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND). 4.8 A crise dos anos oitenta. 4.8.1 A interrupção do financiamento externo e as políticas de ajuste. 4.8.2 Aceleração inflacionária e os planos de combate à inflação. 4.8.3 O debate sobre a natureza da inflação no Brasil. 4.9 Economia Brasileira nos anos noventa. 4.9.1 Abertura (comercial e financeira) parcial da economia brasileira. 4.9.2 O Plano Real. 5 Bancos digitais, meios de pagamento e os desafios da transição do “dinheiro de plástico” para o “dinheiro digital” na economia do século XXI.

DIREITO E DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO (primeira e segunda fases)

Direito: 1 Normas jurídicas. 2 Personalidade jurídica. 3 Constituição: conceito, classificações, primado da Constituição, controle de constitucionalidade. 4 Estado: elementos, soberania, formas, modelos de divisão de competência com entes subnacionais, sistemas de governo. 5 Estado democrático de direito. Conceito e objetivos. Divisão de poderes. 6 Organização e competências dos poderes no Direito Brasileiro. 7 Processo legislativo brasileiro. 8 Direitos e garantias fundamentais no ordenamento jurídico brasileiro. 9 Administração Pública no Brasil. Princípios constitucionais da administração pública e dos servidores públicos. Estrutura da Administração Pública Federal. Atos administrativos. Processo e procedimento administrativo. 10 Licitações e contratos administrativos. 11 Responsabilidade civil do Estado. 12 Direitos, deveres e responsabilidades do servidor público. Improbidade administrativa. Regime disciplinar e processo administrativo disciplinar. 13 Regime Jurídico dos Servidores do Serviço Exterior Brasileiro (lei nº 11.440/2006). 14 Finanças públicas. Normas orçamentárias. II Direito Internacional: 1 Desenvolvimento. Direito internacional Público (DIP) e o Direito Interno. Constituição e Direito Internacional. Estados federados e entes federados. 2 Princípios que regem o Brasil nas relações internacionais (art. 4º CF/1988). 3 DIP e direito internacional privado (Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro). 4 Estado. Surgimento e extinção de Estados. Sucessão de Estados. Direitos e Deveres. Soberania. Reconhecimento de Estado e Governo. 5 Território. Formação do território brasileiro. 6 Povo. Nacionalidade. Formas de aquisição, perda e reaquisição. Proteção a brasileiros no exterior. Direitos e deveres de nacionais no exterior. Dupla e/ou múltipla nacionalidade. Situação jurídica do estrangeiro. Extradição. Apatridia e polipatria. Asilo. 7 Jurisdição. Relações diplomáticas e consulares. Imunidades. Responsabilidade internacional do Estado. Proteção diplomática. 8 Sujeitos especiais do Direito Internacional. 9 Fontes do 30/30 DIP. Tratados internacionais. Costume Internacional. Princípios Gerais. Jurisprudência e Doutrina. Atos Unilaterais. Atos de Organizações Internacionais. Analogia e Equidade. Normas imperativas (jus cogens). Obrigações erga omnes. Soft Law. Acordos executivos. Conflito entre fontes. Incorporação de fontes extraconvencionais ao Direito brasileiro. 10 Solução pacífica de controvérsias. Prática diplomática brasileira. Bons ofícios. Mediação. Investigação ou inquérito. Conciliação. Meios jurisdicionais. Arbitragem. Meios judiciais. Corte Internacional de Justiça. Outros tribunais internacionais. 11 Organizações internacionais. Incorporação ao direito brasileiro dos atos de organizações internacionais. Organização das Nações Unidas. Agências da Organização das Nações Unidas. Organização dos Estados Americanos. Carta Democrática Interamericana. Outras organizações internacionais regionais. Direito comparado. 12 Direito da Integração Regional. MERCOSUL. Relação com o Direito brasileiro. Órgão de Solução de Controvérsias. Jurisprudência. 13 Uso da força. Prática diplomática brasileira. Segurança coletiva. Uso da força e direitos humanos. Operações de manutenção da paz. Desarmamento e Não Proliferação. Controle de armas. Terrorismo. 14 Direito internacional dos direitos humanos. Exigibilidade. Tratados de direitos humanos ratificados pelo Brasil. Incorporação no direito brasileiro. Sistemas convencionais de petições. Conselho de Direitos Humanos. Órgãos de tratados. Sistema Interamericano de Direitos Humanos. 15 Conflitos armados e o direito internacional. Direito Internacional Humanitário. Direito Internacional dos Refugiados. O instituto do refúgio no direito brasileiro. 16 Direito penal internacional. Tribunais internacionais penais. Tribunal Penal Internacional. 17 Direito do comércio internacional. Organização Mundial do Comércio. Acordos. Órgão de Solução de Controvérsias. Jurisprudência. 18 Direito Internacional do Meio Ambiente. Direito Internacional do Mar. Tribunal Internacional do Direito do Mar. 19 Direito internacional do trabalho. OIT. Convenções, recomendações e supervisão normativa. 20 Áreas além dos limites da jurisdição exclusiva dos Estados. 21 Cooperação Jurídica internacional. Matéria penal e cível. Regimes vigentes no direito brasileiro.

LÍNGUA ESPANHOLA (segunda fase)

1 Elaboração de resumo, em espanhol, a partir de texto escrito em língua espanhola, em que serão avaliadas a capacidade de síntese e de reelaboração em um registro culto. 2 Versão de um texto do português para o espanhol, em que serão avaliados a fidelidade ao texto-fonte, o respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte e a correção morfossintática e lexical.

LÍNGUA FRANCESA (segunda fase)

1 Elaboração de resumo, em francês, a partir de texto escrito em língua francesa, em que serão avaliadas a capacidade de síntese e de reelaboração em um registro culto. 2 Versão de um texto do português para o francês, em que serão avaliados a fidelidade ao texto-fonte, o respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte e a correção morfossintática e lexical.

Como é o curso de formação?

 

Os aprovados no concurso para diplomata estarão aptos a se inscreverem no Curso de Formação do Instituto Rio Branco, que tem duração de três a quatro semestres. O curso é dividido em disciplinas obrigatórias

e em disciplinas eletivas, além de contar com módulos profissionalizantes, compostos de palestras sobre variados temas de política externa brasileira.

 

De maneira geral, os diplomatas em formação estudam matérias como:

  • História do Brasil;
  • Política Internacional;
  • Direito Internacional;
  • Economia;
  • Língua Inglesa;
  • Língua Francesa;
  • Língua Espanhola;
  • Desenvolvimento Sustentável;
  • Diplomacia e Promoção Comercial;
  • Diplomacia Econômica;
  • Direito da Integração;
  • Direitos Humanos e Temas Sociais;
  • Linguagem Diplomática;
  • Organização e Métodos de Trabalho do MRE;
  • Organizações Políticas Internacionais;
  • Planejamento Diplomático;
  • Política Internacional e Política Externa Brasileira;
  • Teoria Geral do Estado.

 

Há, ainda, viagens de estudos realizadas esporadicamente e premiação dos melhores colocados, que são agraciados com bolsas de estudos de curta duração no exterior.

 

Quais as melhores técnicas para estudar?

 

A preparação para um concurso costuma, de fato, ser exaustiva. Mas para facilitar um pouco a sua vida, há técnicas que potencializam o aprendizado e, assim, podem agilizar a aprovação.

Entre as técnicas conhecidas estão a pomodoro e a de ciclo de estudos. Além disso, você pode estudar com flash cards ou mapas mentais.  No entanto, de todas as técnicas, a mais utilizada pelos concurseiros é, com certeza, a de estudo por questões.

O estudo por questões ajuda a reter a informações e revisar a matéria, tornando o processo de memorização do conteúdo mais simples e efetivo. Alguns cursos preparatórios oferecem material com questões comentadas pelos professores, o que facilita ainda mais.

Contudo, ressaltamos que o ideal é experimentar cada uma das técnicas e ver com qual você se adapta melhor. Por isso, confira também nosso post com as 16 melhores técnicas e métodos de estudos para concursos públicos.

E se você está em busca de dicas que lhe ajudem a manter a energia em alta no período de preparação, não deixe de acessar nosso post com as 5 melhores técnicas de motivação.

Desse modo, veja algumas opções realmente boas: 

O Gran Cursos Online também está muito bem avaliado. De fato, tem material completo com videoaulas, além de professores de primeira linha. Assim, se você quer um curso com bom histórico de aprovação, e a possibilidade de estudar para mais de um concurso, o Gran Cursos certamente é uma ótima opção.

 Curso Gran – Concurso Diplomata

 

Estratégia ConcursosO Estratégia Concursos tem ótimos índices de aprovação nos principais concursos do país, pois conta com um material de qualidade e professores renomados. Ou seja, se você quer ter a certeza que está estudando pelo melhor material e, além disso, não se importa em pagar pela qualidade, o Estratégia Concursos é, com efeito, sua melhor opção.

Curso Estratégia – Concurso Diplomata

 

 O Exponencial é mais uma excelente alternativa. Igualmente aos demais cursos, é voltado para o aprendizado acelerado, mas oferece ainda o interessante serviço de coaching 100% especializado.

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Checklist do candidato

Agora que você chegou ao fim do post, é hora de retomar alguns pontos e fazer uma checklist para confirmar se o concurso para diplomata é mesmo para você:

  • Ter formação de Nível Superior;
  • Ter disponibilidade para morar em Brasília ou no exterior;
  • Ter afinidade com a área diplomática;
  • Ter aptidão para aprender novos idiomas;
  • Ter dedicação e empenho;
  • Desejar estabilidade financeira e profissional.

Para saber a previsão do concurso para diplomata e ainda outras informações para encarar o desafio, fique de olho também nas nossas redes sociais. Estamos no Facebook, Twitter, Instagram e Youtube.

Bons estudos e boa sorte!

Planilha de Estudos

Planilha de Estudos

Com essa planilha você vai poder calcular automaticamente seu tempo ideal de estudos.

Ela foi criada com base no Método PQF para calcular o quanto você tem que estudar, levando em conta o peso de cada matéria, quantidade de horas necessárias e facilidade que você tem sobre cada uma.

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