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Concurso EsSEx Análise completa

Muita gente está aguardando o Concurso de Admissão ao Curso de Formação de Oficiais do Serviço de Saúde do Exército – CFO/S SAU (Concurso EsSEx 2020)!

 

Ainda não há notícias do edital, que costumeiramente, todos os anos, é divulgado no mês de julho. Porém, por conta da pandemia de coronavírus, o cronograma pode passar por alterações e ser adiado. Assim, é importante acompanhar aqui no Próximos Concursos as novidades sobre o assunto.

 

De qualquer maneira, para quem está se preparando, é a chance de estender os estudos e dar aquele gás.

 

Quer saber mais detalhes sobre a seleção?

 

Vamos conferir?

 

Principais informações sobre o concurso EsSEx

 

O que é EsSEx?

 

EsSEx é a Escola de Saúde do Exército. Localizada desde 1910 na cidade do Rio de Janeiro (RJ), é a instituição de ensino militar de Nível Superior do Exército responsável pela formação dos oficiais médicos, farmacêuticos e dentistas do Quadro do Serviço de Saúde do Exército Brasileiro.

 

Quais as carreiras e atribuições?

 

A EsSEx forma oficiais médicos (diversas especialidades), farmacêuticos e dentistas (diversas especialidades). Saiba quais são as atribuições de cada uma das carreiras:

Médicos: atuam em perícias médicas em jovens que prestarão o serviço militar obrigatório, na assistência a militares da ativa, ex-combatentes e seus dependentes. Participam de reuniões clínicas, simpósios e congressos pertinentes à área de especialidade.

Farmacêuticos: atuam na Farmácia Hospitalar ou na Indústria Farmacêutica Militar. Na distribuição e manipulação de medicamentos para soldados, em operações militares, ações de defesa civil e saúde pública e formulação de laudos técnicos (análise de medicamentos e de água).

Dentistas: realizam o atendimento básico e especializado de militares da ativa e da reserva, além de seus dependentes, em odontoclínicas, hospitais e unidades operacionais. Atuam na orientação e prevenção de doenças bucais e ações curativas.

 

Quantas são as vagas?

 

De maneira geral, o concurso EsSEx oferece entre 130 e 145 vagas anualmente.

 

Qual o nível de formação exigido?

 

formaçao

Para se candidatar a uma vaga no concurso EsSEx  os pré-requisitos são:

  • Ser brasileiro nato
  • Ambos os sexos
  • Ter entre 20 e 36 anos
  • Ter formação de Nível Superior em Medicina, Farmácia ou Odontologia
  • Ter registro no respectivo conselho de classe
  • Ter, no mínimo, 1,60m se do sexo masculino e 1,55m se do sexo feminino

 

Qual a remuneração?

 

Durante o Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar, o aluno recebe um salário em torno de R$ 1 mil. A remuneração do  Aspirante-oficial — primeiro posto da carreira logo após a conclusão do curso — é de R$ 8.245,00.

 

 

Quais os benefícios?

 

Durante o curso de formação, os alunos têm direito à alimentação, fardamento básico, assistência médica, odontológica e psicológica. Após a aprovação, passam a desfrutar dos benefícios militares do Exército Brasileiro, que incluem também bônus por qualificação, bolsas de estudo e subsídios diversos.  

 

Qual a lotação?

 

Durante o curso de formação, que tem aproximadamente 37 semanas, o aluno permanece interno na sede da EsSEx, localizada no Rio de Janeiro (RJ). Após a conclusão, poderá ser encaminhado para unidades de Saúde do Exército Brasileiro em todo o território nacional, conforme demanda.

 

Como é o dia a dia na função?

 

Os aprovados no concurso EsSEx passam pelo Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar, que abrange a Formação Comum e a Formação Específica.

A Formação Comum contempla o Curso Básico de Formação Militar, que promove o alinhamento do oficial aluno às rotinas do Exército e a capacitação o desempenho adequado como combatente individual básico militar.

A Formação Específica se dá com atividades da área específica da formação acadêmica, tendo como objetivo adequar os conhecimentos acadêmicos às peculiaridades organizacionais do Exército Brasileiro.

 

Quais as chances de crescimento na carreira?

 

O aprovado no concurso EsSEx, caso aprovado, passa a pertencer ao quadro do Exército Brasileiro. Ou seja, seguirá o plano de carreira militar, no qual você pode avançar cargos – de tenente oficial, por exemplo, para capitão, e depois para outros postos hierárquicos ainda mais altos. Para isso, é preciso muita dedicação, disciplina e, claro, aperfeiçoamento contínuo com os cursos propostos no regimento.

 

Quais as etapas do edital?

 

O concurso será composto pelas seguintes etapas:

 

  • Exame Intelectual, de caráter eliminatório e classificatório
  • Inspeção de Saúde: de caráter eliminatório
  • Exame de Aptidão Física: de caráter eliminatório
  • Avaliação Psicológica, de caráter eliminatório
  • Revisão médica e comprovação dos requisitos para a matrícula, de caráter eliminatório
  • Curso de Formação

 

 

Como são as provas?

 

A prova escrita do concurso EsSEx é composta de duas partes:

 

1ª parte

Conhecimentos Gerais – 20 questões objetivas de múltipla escolha, valendo 3 pontos, abordando assuntos básicos e generalistas dentro da graduação de formação do candidato.

2ª parte

Conhecimentos Específicos – 30 questões objetivas de múltipla escolha, valendo 7 pontos, abordando assuntos da especialização ou habilitação escolhida pelo candidato dentro do exercício da profissão.

Os candidatos poderão escolher a cidade onde realizarão o exame intelectual, conforme as seguintes Organizações Militares Sede (OMSE):

  • Belém (PA)
  • Belo Horizonte (MG)]
  • Brasília (DF)
  • Campinas (SP)
  • Campo Grande (MS)
  • Curitiba (PR)
  • Florianópolis (SC)
  • Fortaleza (CE)
  • Juiz de Fora (MG)
  • Manaus (AM)
  • Porto Alegre (RS)
  • Recife (PE)
  • Rio de Janeiro (RJ)
  • Salvador (BA)
  • Santa Maria (RS)
  • São Paulo (SP)

 

Para todos os cargos, em todas as áreas, há também a prova física, que você conhece os detalhes mais adiante no texto.

 

Provas e editais anteriores Concurso Essex

 

Qual o conteúdo programático?

 

O conteúdo programático das provas de Conhecimentos Gerais e Conhecimentos Específicos é estritamente voltado para a área de atuação do cargo em disputa.

 

Os tópicos podem ser alterados de um ano para o outro, de acordo com a bibliografia indicada no Manual do Candidato, liberado mediante inscrição no concurso.

 

No último concurso, o conteúdo foi o seguinte:

 

Médico

  • 1. Cirurgia Geral – Bibliografia: TOWNSEND, M. C. et al. Tratado de Cirurgia. 19 Ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2014. WAY, L. Current: Cirurgia- Diagnostico e Tratamento. Editora MC Graw Hill. 2017. SAAD, R. J.et al Tratado de Cirurgia do CBC, 2ª Ed. 2015. FERREIRA, L. M. et al. Guia de Cirurgia- Urgência e Emergência.( UNIFESP), 2011.
  • 2. Clinica Médica – Bibliografia: GOLDMAN, L. et. Al. Cecil: Tratado de Medicina Interna. 24 Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. KASPER, D. L. et al. Harrison: Medicina Interna 19 Ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill Interamericana do Brasil, 2016. DIRETRIZES DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES 2017-2018, Clannad editora Científica SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA V diretriz brasileira de dislipidemias e prevenção da aterosclerose (ISSN-0066-782X) Volume 101, Nº 4, Supl. 1, Outubro 2013. MARTINS, H. S. et al. Emergências clínicas- Abordagem prática 11ª Ed. rev. e atual. Barueri, Sp: Editora Manole, 2016 LOPES, C. A. Tratado de Clínica Médica, 3ª Ed., São Paulo, Editora Roca LTDA, 2016. KNOBEL et al . Condutas no Paciente Grave, 3ª Ed, 2016. GENGA, K.R. Guia de terapia intensiva 4 Ed. 2016. BUZAID, A. C., Manual de oncologia clínica do Brasil. 2018.
  • 3. Ginecologia e Obstetrícia – Bibliografia: BEREK, J. S. et al. Tratado de Ginecologia. 15ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. CUNNINGHAM, F. G. et al. Obstetrícia de Williams. 24ª Ed. Editora Art Med, 2016. FREITAS F. et al. Rotinas em Ginecologia. 6ª Ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2011. REZENDE, J. Obstetrícia Fundamental. 14ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. ZUGAIB, M. Obstetrícia. 3ª Ed. Barueri: Editora Manole, 2016. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Gestação de Alto Risco 5ª Ed.Manual Técnico, 2012. CHAGAS, C. R. et al. Tratado de Mastologia da Sociedade Brasileira de Mastologia, 2011. MINISTÉRIO DA SAÚDE Parto, aborto e puerpério Atenção Humanizada, 2001. BUZAID, A. C., Manual de oncologia clínica do Brasil. 2018.
  • 4. Pediatria – Bibliografia: BEHRMAN, R. E. et al. Tratado de Pediatria. 19 Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. LOPEZ, F. A. et al. Tratado de Pediatria. Sociedade Brasileira de Pediatria. 4 Ed. Barueri: Editora Manole, 2017. IV DIRETRIZES Brasileiras do Manejo da Asma. Jornal Brasileiro de Pneumologia, n. 38, 2012. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Programa de Reanimação Neonatal da SBP, 2018. MINISTÉRIO DA SAÚDE Manual de atenção à saúde do Recém-nascido, 2014. MINISTÉRIO DA SAÚDE Protocolo de Vigilância e resposta à ocorrência de microcefalia e/ou alterações do Sistema Nervoso Central (SNC). 2016. Sociedade Brasileira de Pediatria TEP 2017 DEPARTAMENTO CIENTÍFICO DE NUTROLOGIA-SBP. Avaliação Nutricional da Criança e do Adolescente: Manual de Orientação. 2009. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de recomendações para o controle da Tuberculose no Brasil. 2011.

Dentista

  • Conhecimentos gerais: Odontologia – I. Bibliografia: ANDRADE, E.D. Terapêutica Medicamentosa em Odontologia. 3ª Edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 2014. ANUSAVICE, K.J. Phillips: Materiais Dentários. 12ª Edição. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2013. BARATIERI, L.N. et al. Odontologia Restauradora Fundamentos e Técnicas. Vols 1 e 2. 1ª Edição. São Paulo: Livraria Santos Editora, 2010. CONSOLARO, A. Inflamação e Reparo. 2ª Edição. Maringá: Dental Press Editora, 2014. DEAN, J.A.; McDONALD, R.E.; AVERY, D.R.; McDONALD E AVERY. Odontopediatria para Crianças e Adolescentes. 9ª Edição. Rio de janeiro: Elsevier, 2011. FREITAS, A.; ROSA, J.E.; SOUZA, I.F. Radiologia Odontológica. 6ª Edição. São Paulo: Artes Médicas, 2004. LINDHE, J. et al. Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. LOPES, H.P.; SIQUEIRA, J.F. Endodontia: Biologia e Técnica. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. MALAMED, S.F. Manual de Anestesia Local. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. MEZZOMO, E. et al. Reabilitação Oral Contemporânea. 1ª Edição. São Paulo: Santos Livraria e Editora, 2006. MISCH, C.E. Implantes Dentais Contemporâneos. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. NEVILLE, B.W.; DAMM, D.D.; ALLEN, C.M.; BOUQUOT, J.E. Patologia Oral e Maxilofacial. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. PROFFIT, W.R.; FIELDS, Jr., H.W.; SARVER, D.M.; ACKERMAN, J.L. Ortodontia Contemporânea. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Mosby Elsevier, 2013. PETERSON, L.J.; ELLIS, E.; HUPP, J.R.; TUCKER, M.R. – Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Mosby Elsevier, 2009. WANNAMACHER, L.; FERREIRA, M.B. Farmacologia clínica para dentistas. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
  • Conhecimentos específicos (endodontia) – Bibliografia: ANDREASEN, J.O. et al. Fundamentos do Traumatismo Dental. 3ª Edição. Porto Alegre: Artmed, 2003. HARGREAVES, K.M.; COHEN, S. Caminhos da Polpa. 11ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. CONSOLARO, A. Inflamação e Reparo. 2ª Edição. Maringá: Dental Press, 2014. CONSOLARO, A. Reabsorções dentárias nas especialidades clínicas. 3ª Edição. Maringá: Dental Press Editora, 2005. LOPES, H.P.; SIQUEIRA, J.F. Endodontia: Biologia e Técnica. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. MALAMED, S.F. Manual de Anestesia Local. 6ª Edição. Rio de janeiro: Elsevier, 2013. TORABINEJAD, M.; WALTON, R.E. Endodontia: princípios e prática. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. WANNAMACHER, L.; FERREIRA, M.B. Farmacologia clínica para dentistas. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. ZUOLO, Mário Luiz et al. Reintervenção em endodontia. 2°ed. São Paulo: Santos, 2012.
  • Conhecimentos específicos (ortodontia) – GRABER, L.W.; VANARSDALL, Jr., R.L.; VIG, K.W.L.; HUANG, G.J. Ortodontia: Princípios e Técnicas Atuais. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. LIMA FILHO, R.M.A.; BOLOGNESE, ANA MARIA. Ortodontia: Arte e Ciência. Maringá: Dental Press Editora, 2007. MEDEIROS, P.J.; MEDEIROS, P.P. Cirurgia Ortognática para o Ortodontista. 2ª Edição. São Paulo: Editora Santos, 2004. MOYERS, R.E. Ortodontia. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. NANDA, R. Estratégias biomecânicas e estéticas em ortodontia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. PROFFIT, W.R.; FIELDS, Jr., H.W.; SARVER, D.M.; ACKERMAN, J.L. Ortodontia Contemporânea. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Mosby Elsevier, 2013.
  • Conhecimentos específicos (cirurgia e traumatologia) – Bibliografia: ARAÚJO, A.; GABRIELLI, M.F.R.; MEDEIROS, P.J. Aspectos Atuais da Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. São Paulo: Santos, 2007. MADEIRA, M.C. Anatomia da Face – Bases Anatomofuncionais para a Prática Odontológica . 8ª Edição. São Paulo: Sarvier, 2013. MALAMED, S.F. Manual de Anestesia local. 6ª Edição. São Paulo: Santos, 2013. MILORO, M.; GHALI, G.; LARSEN, P.E.; WAITE, P.D. Princípios de Cirurgia Bucomaxilofacial de Peterson. 3ª Edição. São Paulo: Santos, 2016. NEVILLE, B.W.; DAMM, D.D.; ALLEN, C.M.; BOUQUOT, J.E. Patologia Oral e Maxilofacial. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. PETERSON, L.J.; ELLIS, E.; HUPP, J.R.; TUCKER, M.R. – Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Mosby Elsevier, 2009. PRADO, R.; SALIM, M. Cirurgia Bucomaxilofacial, Diagnóstico e Tratamento. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Medsi, 2004. VALENTE, C. Técnicas Cirúrgicas Bucais e Maxilofaciais. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Revinter, 2003.
 

Farmacêutico

  • LIVROS TÉCNICOS: ANSEL, H.C. et al. Formas Farmacêuticas e Sistemas de Liberação de Fármacos. 9ª ed. São Paulo: Editorial Artmed, 2013. BISSON, Marcelo P. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. 3 ªed. Barueri: Manole, 2016. GOMES, M.J.V.M e REIS, A.M.M. Ciências Farmacêuticas: Uma Abordagem em Farmácia Hospitalar. 1ªed. São Paulo: Editora Atheneu, 2016. Manual de Farmacovigilância – OPAS COMISSÃO DA FARMACOPÉIA DA ANVISA. Farmacopéia Brasileira. Vols 1 e 2, 5ªed. Brasília. Editora Fiocruz, 2010. COMISSÃO DA FARMACOPÉIA DA ANVISA. Farmacopéia Brasileira. Primeiro Suplemento, 5ªed. Brasília. 2016. COMISSÃO DA FARMACOPÉIA DA ANVISA. Farmacopéia Brasileira. Segundo Suplemento, 5ªed. Brasília. 2017. GIL, Eric S. Controle Físico-Químico de Qualidade de Medicamentos. 3ª ed. São Paulo: Pharmabooks Livraria e Editora, 2010. FERRACINI, Fábio T.; BORGES FILHO, Wladmir M. Prática Farmacêutica no Ambiente Hospitalar. 2ª ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2010. KATZUNG, Bertran G. et al. Farmacologia Básica e Clínica. 13ª ed. Porto Alegre: AMGH Editora Ltda, 2017. KOROLKOVAS, A. Química Farmacêutica, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. MCPHERSON, Richard A. et al. Diagnósticos Clínicos e Tratamento por Métodos Laboratoriais de Henry. 21ª ed. Barueri: Editora Manole, 2012. MOREAU, Regina L.; SIQUEIRA, Maria Elisa P. Toxicologia Analítica. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. OGA, Seizi et al. Fundamentos de Toxicologia. 4.ed. São Paulo: Atheneu, 2014. OPAS. Organização Pan-Americana da Saúde, 2011. “Boas práticas de farmacovigilância para as Américas”. Washington, D.C.: OPAS, © 2011. (Rede PAHRF Documento Técnico Nº 5). SIMÕES, Claudia M. O. Farmacognosia: da Planta ao Medicamento. São Paulo: Artmed, 2016. WILLIAMSON, Mary A. et al. Wallach: Interpretação de Exames Laboratoriais. 9ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
  • Legislação específica – BRASIL. Presidente da República. Lei nº 13.021, de 8 de agosto de 2014. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 11 ago 2014 – Dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas. BRASIL. Presidente da República. Lei Federal nº 12.305, de 2 de agosto de 2010. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 3 ago 2010 – Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. BRASIL. Presidente da República. Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 23 dez 2010 – Regulamenta a LEI nº12.305, de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa, e dá outras providências. BRASIL. Presidente da República. Decreto nº 9.177, de 23 de outubro de 2017. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 24 out 2017 – Regulamenta o art. 33 da Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e complementa os art. 16 e art. 17 do Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010 e dá outras providências. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria MS/SVS nº. 344, de 12 maio 1998, e suas atualizações. – Aprova o Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos acontrole especial. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 17, de 16 de abril de 2010. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 19 abr 2010 – Dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 33, de 04 de agosto de 2015. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 05 ago 2015 – altera a Resolução – RDC nº 17, de 16 de abril de 2010, que dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC n° 31, de 11 de agosto de 2010. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 12 ago 2010 – Dispõe sobre a realização dos Estudos de Equivalência Farmacêutica e de Perfil de Dissolução Comparativo. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. IN n° 10, de 29 de setembro de 2016. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 30 set 2016 – Determina a publicação da “Lista de fármacos candidatos à bioisenção baseada no Sistema de Classificação Biofarmacêutica (SCB)” e dá outras providências. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 37, de 03 de agosto de 2011. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 04 ago 2011 – Dispõe sobre o Guia para isenção e substituição de estudos de biodisponibilidade relativa/bioequivalência e dá outras providências. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 73, de 07 de abril de 2016. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 08 abr 2016 – Dispõe sobre mudanças pós-registro, cancelamento de registro com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, e dá outras providências. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 121, de 04 de novembro de 2016. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 07 nov 2016 – Altera a Resolução – RDC nº 73, de 07 de abril de 2016 que dipõe sobre mudanças pós-registro, cancelamento de registro com princípios ativos sintéticos e semissintéticos, e dá outras providências. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC Nº 166, de 24 de julho de 2017. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 25 jul 2017 e republicada 15 ago 2017 – Dispõe sobre a validação de métodos analíticos e dá outras providências. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC Nº 53, de 4 de dezembro de 2015. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 7 dez 2015, republicada 8 dez 2015 – Estabelece parâmetros para a notificação, identificação e qualificação de produtos de degradação em medicamentos com substâncias ativas sintéticas e semissintéticas, classificados como novos, genéricos e similares, e dá outras providências. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC Nº 171, de 22 de agosto de 2017. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 24 ago 2017 – Revisa a aplicabilidade da Resolução da Diretoria Colegiada – RDC nº 53, de 4 de dezembro de 2015, para alterações pós-registro e os prazos desta Resolução para produtos já registrados. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC Nº 222, de 28 de março de 2018. Regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências. Conselho Federal de Farmácia – Resolução nº 596, de 21 de fevereiro de 2014 – Dispõe sobre o Código de Ética Farmacêutica, o Código de Processo Ético e estabelece as infrações e as regras de aplicação das sanções disciplinares.BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Guia Nº 04/2015 versão 1. de 04/12/2015. Guia para obtenção do perfil de degradação, e identificação e qualificação de produtos de degradação em medicamentos. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Guia nº 14 – versão 1. de 08/02/2018 – Guia de Dissolução Aplicável a Medicamentos Genéricos, Novos e Similares. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Guia nº 2 versão 1 de 07/10/2015 – Guia para Qualificação dos Procedimento de Transporte dos Produtos Biológicos.

 

Como funciona o exame físico?

 

O exame físico no concurso EsSEx é um pouco diferente para homens e mulheres. Confira:

 

Para o sexo masculino:

  • Flexões de braços sobre o solo (sem limite de tempo)
  • Abdominal supra (tempo máximo de cinco minutos)
  • Corrida de 12 minutos

 

Para sexo feminino:

  • Flexões de braços, com apoio dos joelhos (sem limite de tempo)
  • Abdominal supra (tempo máximo de cinco minutos)
  • Corrida de 12 (doze) minutos

 

As tarefas serão realizadas em dois dias consecutivos.

 

Qual a banca?

 

Nos concursos das Forças Armadas, é praxe que os editais sejam organizados por bancas próprias. No caso da EsSEx, para a seleção de oficiais alunos, a banca responsável é o Departamento de Educação e Cultura do Exército, considerada de exigência moderada.

 

Quais as melhores técnicas para estudar?

 

A preparação para um concurso costuma, de fato, ser exaustiva. Mas para facilitar um pouco a sua vida, há técnicas que potencializam o aprendizado e, assim, podem agilizar a aprovação.

 

Entre as técnicas conhecidas estão a pomodoro e a de ciclo de estudos. Além disso, você pode estudar com flash cards ou mapas mentais.  No entanto, de todas as técnicas, a mais utilizada pelos concurseiros é, com certeza, a de estudo por questões.

 

O estudo por questões ajuda a reter a informações e revisar a matéria, tornando o processo de memorização do conteúdo mais simples e efetivo. Alguns cursos preparatórios oferecem material com questões comentadas pelos professores, o que facilita ainda mais.

 

Contudo, ressaltamos que o ideal é experimentar cada uma das técnicas e ver com qual você se adapta melhor. Por isso, confira também nosso post com as 16 melhores técnicas e métodos de estudos para concursos públicos.

 

E se você está em busca de dicas que lhe ajudem a manter a energia em alta no período de preparação, não deixe de acessar nosso post com as 5 melhores técnicas de motivação.

 

Infografico-2---Melhores-Apostilas-para-Concursos (3)

 

 

Tem material de qualidade para estudar?

 

 

Para otimizar ou iniciar sua preparação, indicamos a nossa Seção de Dicas para passar em Concurso Público. Nela você encontrará artigos com valiosas dicas para colocá-lo mais próximo da sua aprovação, como por exemplo:

 

Melhores Cursos Online para Agilizar sua Aprovação!

 

 

Prefere dicas em vídeo? Acesse nossa seção com dicas de concursos, melhores cursos preparatórios, guia do primeiro concurso e muito mais!

 

 

Quais os melhores cursos preparatórios?

 

Se você tem como investir tempo e dinheiro em curso preparatório, é preciso pensar bem antes para escolher um que seja adequado às suas necessidades. Afinal, é sempre um diferencial apostar em um módulo específico para a área ou cargo pretendido.

Desse modo, veja algumas opções realmente boas:

 

O Gran Cursos Online também está muito bem avaliado. De fato, tem material completo com videoaulas, além de professores de primeira linha. Assim, se você quer um curso com bom histórico de aprovação, e a possibilidade de estudar para mais de um concurso, o Gran Cursos certamente é uma ótima opção.

 

Estratégia ConcursosO Estratégia Concursos tem ótimos índices de aprovação nos principais concursos do país, pois conta com um material de qualidade e professores renomados. Ou seja, se você quer ter a certeza que está estudando pelo melhor material e, além disso, não se importa em pagar pela qualidade, o Estratégia Concursos é, com efeito, sua melhor opção.

 

O Exponencial é mais uma excelente alternativa. Igualmente aos demais cursos, é voltado para o aprendizado acelerado, mas oferece ainda o interessante serviço de coaching 100% especializado.

 

 

Quem pretende participar do concurso EsSEx deve ficar de olho no lançamento do edital. Acompanhe a evolução nas nossas seções de concursos previstos e concursos abertos.

E acesse também nossas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram e Youtube. Por lá você encontra conteúdo de qualidade, troca experiências com outros concurseiros e conhece dicas que vão lhe ajudar a ficar cada vez mais próximo da aprovação.

 

Conte com a gente e bons estudos!

Planilha de Estudos

Planilha de Estudos

Com essa planilha você vai poder calcular automaticamente seu tempo ideal de estudos.

Ela foi criada com base no Método PQF para calcular o quanto você tem que estudar, levando em conta o peso de cada matéria, quantidade de horas necessárias e facilidade que você tem sobre cada uma.

Abra seu e-mail e baixe agora mesmo sua planilha (não esqueça de procurar no SPAM).