Concurso AGU 2026: 170 Vagas Autorizadas e Modelo do Edital em Definição! Veja Como se Preparar

O novo concurso da Advocacia-Geral da União (Concurso AGU) entrou em uma etapa decisiva. Com 170 vagas já autorizadas para carreiras jurídicas, a instituição trabalha agora na definição do modelo que será utilizado na seleção.

Um grupo de trabalho foi criado para estudar a estrutura do novo concurso e apresentar propostas à Administração. A expectativa é que o relatório final seja apresentado ainda em agosto de 2026, embora exista possibilidade de prorrogação dos trabalhos.

Entre as alternativas em análise está a realização de um concurso unificado, reunindo as carreiras jurídicas da AGU e a de Procurador do Banco Central em uma seleção com etapas e cronograma coordenados.

É importante destacar, porém, que esse formato ainda está em discussão. A decisão definitiva caberá ao Conselho Superior da AGU.

Somente depois da definição da modelagem será possível avançar para a contratação da banca organizadora e, posteriormente, finalizar e publicar o edital.

Para quem pretende disputar uma das vagas, esse cenário representa uma oportunidade importante: ainda há tempo para construir uma preparação consistente antes do início da corrida pós-edital.

 

Panorama do concurso AGU 2026

Confira a situação atual:

ItemInformação
StatusAutorizado
Vagas170
CarreirasAdvogado da União, Procurador da Fazenda Nacional, Procurador Federal e Procurador do Banco Central
EscolaridadeNível superior em Direito
ModeloEm definição
Concurso unificadoEm discussão
BancaAinda não definida
EditalApós definição da modelagem e contratação da banca

A definição do modelo é especialmente importante porque determinará como serão organizadas as diferentes carreiras e etapas da seleção.

 

Como estão distribuídas as 170 vagas?

As vagas autorizadas estão distribuídas entre quatro carreiras jurídicas:

CarreiraVagas
Advogado da União50
Procurador da Fazenda Nacional50
Procurador Federal50
Procurador do Banco Central20
TOTAL170

São, portanto, 150 vagas para as carreiras jurídicas vinculadas à AGU, além de outras 20 oportunidades para Procurador do Banco Central.

A autorização formal das vagas representa um avanço concreto e permite que a instituição trabalhe agora nos próximos passos necessários para a realização da seleção.

 

O concurso AGU 2026 será unificado?

Essa é uma das principais novidades em discussão.

A proposta apresentada é realizar uma seleção com características unificadas para as carreiras jurídicas da AGU e para Procurador do Banco Central, incluindo datas e etapas coordenadas.

A ideia pode representar uma mudança significativa em relação aos concursos anteriores, que tiveram seleções específicas para cada carreira.

Porém, é importante não tratar o modelo unificado como uma decisão definitiva.

O grupo de trabalho ainda está elaborando as propostas e o relatório deverá ser submetido ao Conselho Superior da AGU, responsável por deliberar sobre os editais das carreiras.

Somente depois dessa definição será possível saber exatamente como funcionarão as inscrições, provas e demais etapas.

 

Há divergência sobre o modelo unificado

A possibilidade de unificação também gera debate entre representantes das carreiras.

A Associação Nacional dos Advogados da União (ANAUNI), por exemplo, já se posicionou contra a realização de um concurso totalmente unificado.

A entidade defende que cada carreira preserve suas particularidades, incluindo atribuições, estrutura, conteúdo programático e etapas de seleção.

Essa discussão é mais um motivo para aguardar a decisão definitiva do Conselho Superior antes de afirmar qual será o formato do próximo concurso.

Para o candidato, porém, isso não significa que seja necessário esperar para estudar.

Existe um amplo núcleo de disciplinas jurídicas que pode ser preparado desde já.

 

Quais são as carreiras?

Advogado da União

O Advogado da União atua principalmente na representação judicial e extrajudicial da União e na consultoria e assessoramento jurídico dos órgãos do Poder Executivo Federal.

É uma carreira que exige elevado conhecimento jurídico e preparação aprofundada para as diferentes etapas do concurso.

São 50 vagas autorizadas.

 

Procurador da Fazenda Nacional

O Procurador da Fazenda Nacional atua na representação da União em matérias de natureza fiscal e tributária, além de desempenhar atividades relacionadas à cobrança da dívida ativa federal e à consultoria jurídica em matérias de competência da Fazenda Nacional.

Também estão autorizadas 50 vagas.

Para quem pretende seguir essa carreira, disciplinas como Direito Tributário e Direito Financeiro naturalmente merecem atenção especial durante a preparação.

 

Procurador Federal

O Procurador Federal exerce a representação judicial e extrajudicial das autarquias e fundações públicas federais, além de prestar consultoria e assessoramento jurídico.

São mais 50 vagas autorizadas.

A amplitude de órgãos e entidades representados torna a carreira bastante diversificada.

 

Procurador do Banco Central

O novo concurso também contempla 20 vagas para Procurador do Banco Central.

A carreira possui atribuições jurídicas relacionadas à atuação do Banco Central do Brasil e exige preparação jurídica sólida, além de atenção às matérias diretamente relacionadas às competências da autarquia.

A inclusão dessa carreira na proposta de seleção unificada é uma das principais novidades atualmente em discussão.

 

Qual será a remuneração?

As carreiras jurídicas federais estão entre as mais bem remuneradas do serviço público.

Como referência para 2026, a remuneração inicial das carreiras de Advogado da União, Procurador Federal e Procurador da Fazenda Nacional está na faixa de R$ 27,2 mil.

Os valores exatos aplicáveis no momento da posse e a remuneração correspondente à carreira de Procurador do Banco Central deverão ser conferidos no edital e nas tabelas remuneratórias vigentes à época.

Além da remuneração inicial, as carreiras contam com progressão ao longo da trajetória funcional.

 

Como foram os últimos concursos da AGU?

A AGU mantém em sua página oficial os concursos realizados em 2022 para:

  • Advogado da União;
  • Procurador da Fazenda Nacional;
  • Procurador Federal.

Essas seleções são uma referência especialmente importante para quem pretende começar a estudar antes da publicação do novo edital.

Os concursos jurídicos da AGU tradicionalmente apresentam elevado nível de exigência e não se resumem à prova objetiva.

A preparação precisa considerar também etapas que avaliam capacidade de argumentação jurídica, conhecimento aprofundado da legislação e domínio das diferentes áreas do Direito.

Por isso, quem começa antecipadamente possui uma vantagem importante.

 

Quais matérias podem ser estudadas antes do edital?

Embora ainda seja necessário aguardar a definição da modelagem e o novo edital para conhecer o conteúdo oficial, diversas disciplinas formam a base tradicional das carreiras jurídicas federais.

Entre elas estão:

  • Direito Constitucional;
  • Direito Administrativo;
  • Direito Tributário;
  • Direito Financeiro;
  • Direito Civil;
  • Direito Processual Civil;
  • Direito Empresarial;
  • Direito Penal;
  • Direito Processual Penal;
  • Direito do Trabalho;
  • Direito Processual do Trabalho;
  • Direito Internacional;
  • Direito Previdenciário e Seguridade Social.

A importância de cada disciplina varia conforme a carreira.

Por isso, neste momento, o candidato pode concentrar esforços na construção de uma base jurídica comum e deixar a especialização para quando o modelo do concurso e o conteúdo programático forem definitivamente divulgados.

 

Por que não esperar a banca para começar?

Porque concursos desse nível exigem uma preparação longa.

Não estamos falando de uma prova que possa ser preparada apenas com algumas semanas de resolução de questões.

O candidato precisa desenvolver simultaneamente:

Conhecimento teórico: compreensão aprofundada dos institutos jurídicos.

Legislação: leitura e revisão constante da legislação relevante.

Jurisprudência: acompanhamento dos entendimentos dos tribunais superiores.

Questões: treinamento para identificar como os conteúdos são cobrados.

Discursivas: desenvolvimento da capacidade de construir respostas jurídicas fundamentadas.

Começar agora permite trabalhar esses pilares com muito mais tranquilidade.

 

A definição do modelo será o próximo grande passo

O grupo de trabalho instituído pela AGU tem a missão de apresentar propostas para a estrutura do concurso.

A expectativa atual é que o relatório seja apresentado ainda em agosto de 2026, embora o prazo possa ser prorrogado.

Depois disso, caberá ao Conselho Superior decidir qual modelo será adotado.

Somente após essa definição deverá começar o processo de contratação da banca organizadora. Com a banca escolhida, o edital poderá ser finalizado e publicado.

Ou seja: o concurso ainda possui etapas administrativas pela frente.

Para quem está estudando, isso pode ser uma vantagem.

É justamente esse intervalo que permite construir uma preparação forte antes que a publicação do edital aumente significativamente a concorrência e a pressão sobre os candidatos.

 

Concurso AGU 2026: o melhor momento para começar é agora

As 170 vagas autorizadas tornam o novo concurso da AGU uma das oportunidades jurídicas mais importantes previstas para 2026.

São 50 vagas para Advogado da União, 50 para Procurador da Fazenda Nacional, 50 para Procurador Federal e outras 20 para Procurador do Banco Central.

O formato definitivo ainda será decidido, assim como a banca e as regras específicas das provas.

Mas quem pretende realmente disputar uma dessas vagas não precisa — e provavelmente não deve — esperar essas definições para começar.

Enquanto a Administração discute o modelo do edital, o candidato pode construir sua base em Constitucional, Administrativo, Tributário, Financeiro e nas demais disciplinas fundamentais das carreiras jurídicas federais.

Quando o edital for publicado, a diferença entre quem precisará começar do zero e quem terá apenas de ajustar a preparação poderá ser enorme.

 

Como estudar para o concurso AGU 2026 antes do edital?

Com 170 vagas autorizadas e o modelo do novo concurso em definição, quem pretende disputar uma das carreiras jurídicas da AGU já tem motivos suficientes para começar a preparação.

Esperar a definição da banca ou a publicação do edital pode significar perder meses importantes.

Concursos para Advocacia Pública exigem domínio de um conteúdo jurídico extenso e aprofundado. Por isso, o período pré-edital deve ser utilizado principalmente para construir a base que será difícil desenvolver na reta final.

A preparação pode ser estruturada em cinco pilares:

  • teoria;
  • legislação;
  • jurisprudência;
  • resolução de questões;
  • treinamento discursivo.

O segredo está em fazer esses elementos trabalharem juntos, em vez de estudar cada um de maneira isolada.

 

 

Por quais matérias começar?

Para quem está começando agora, tentar estudar todas as disciplinas simultaneamente pode gerar uma rotina pesada e pouco produtiva.

Uma estratégia melhor é começar pelas matérias que formam o núcleo jurídico das carreiras.

Entre as prioridades estão:

 

Direito Constitucional

É uma das bases da Advocacia Pública e se relaciona diretamente com diversas outras disciplinas.

Dê atenção especial a temas como:

  • direitos e garantias fundamentais;
  • organização do Estado;
  • Administração Pública;
  • Poderes da República;
  • controle de constitucionalidade;
  • processo legislativo;
  • competências constitucionais;
  • funções essenciais à Justiça.

Além da Constituição Federal, acompanhe os principais entendimentos do STF relacionados aos assuntos estudados.

 

 

Direito Administrativo

Outra disciplina indispensável para quem pretende ingressar na AGU.

Entre os assuntos que merecem atenção estão:

  • princípios administrativos;
  • atos administrativos;
  • poderes administrativos;
  • agentes públicos;
  • licitações e contratos;
  • responsabilidade civil do Estado;
  • serviços públicos;
  • improbidade administrativa;
  • controle da Administração;
  • intervenção do Estado na propriedade.

Nesse caso, teoria, legislação e jurisprudência precisam caminhar juntas.

 

 

Direito Tributário

Direito Tributário é especialmente importante para quem pretende disputar uma vaga para Procurador da Fazenda Nacional, mas também integra a formação necessária para outras carreiras jurídicas federais.

Priorize temas como:

  • Sistema Tributário Nacional;
  • espécies tributárias;
  • competência tributária;
  • obrigação tributária;
  • crédito tributário;
  • lançamento;
  • suspensão e extinção do crédito;
  • responsabilidade tributária;
  • imunidades;
  • execução fiscal.

Para PFN, essa disciplina merece uma participação maior no ciclo de estudos.

 

 

Direito Financeiro

Direito Financeiro também deve receber atenção desde o início.

Entre os assuntos importantes estão:

  • orçamento público;
  • princípios orçamentários;
  • receitas e despesas públicas;
  • créditos adicionais;
  • responsabilidade fiscal;
  • dívida pública;
  • fiscalização financeira e orçamentária.

É uma disciplina que conversa diretamente com Constitucional, Administrativo e Tributário.

 

 

Não abandone as demais disciplinas

Embora seja interessante começar pelo núcleo principal, o concurso possui um conteúdo jurídico bastante amplo.

Gradualmente, o candidato deverá incorporar matérias como:

  • Direito Civil;
  • Processo Civil;
  • Direito Empresarial;
  • Direito Penal;
  • Processo Penal;
  • Direito do Trabalho;
  • Processo do Trabalho;
  • Direito Internacional;
  • Seguridade Social e Previdenciário.

A estratégia é aumentar progressivamente o ciclo, e não tentar estudar tudo com a mesma intensidade desde o primeiro dia.

 

 

Como montar um ciclo de estudos para AGU?

Para quem está começando, um primeiro ciclo poderia ser:

DisciplinaBlocos
Direito Constitucional2
Direito Administrativo2
Direito Tributário2
Direito Financeiro1
Direito Civil1
Processo Civil1
Revisão/questões1

Após consolidar essas matérias, novas disciplinas podem ser incorporadas gradualmente.

Quem pretende especificamente a PFN pode aumentar a participação de Tributário e Financeiro.

Já o candidato que ainda não decidiu entre Advogado da União e Procurador Federal pode aproveitar o pré-edital para fortalecer primeiro o núcleo comum.

 

 

Lei seca precisa fazer parte da rotina

Em concursos jurídicos de alto nível, estudar apenas por aulas ou livros dificilmente será suficiente.

A legislação deve fazer parte da preparação desde o começo.

Mas isso não significa simplesmente abrir uma lei e tentar memorizar dezenas de artigos.

Uma estratégia mais eficiente é relacionar a legislação ao conteúdo estudado.

Estudou controle de constitucionalidade?

Leia os dispositivos constitucionais relacionados ao tema.

Estudou licitações?

Revise os principais dispositivos da Lei nº 14.133/2021.

Estudou crédito tributário?

Volte ao Código Tributário Nacional.

Essa integração ajuda a criar contexto e facilita a memorização.

 

 

Como estudar jurisprudência para AGU?

A jurisprudência é outro componente essencial.

STF e STJ produzem constantemente decisões relevantes para as matérias cobradas em concursos jurídicos.

O candidato deve acompanhar principalmente:

  • informativos;
  • temas de repercussão geral;
  • recursos repetitivos;
  • súmulas;
  • decisões relevantes relacionadas ao conteúdo estudado.

Mas existe um cuidado importante.

Não transforme o estudo de jurisprudência em uma coleção interminável de julgados.

Priorize decisões relacionadas às matérias do seu ciclo e aos assuntos tradicionalmente relevantes para a Advocacia Pública.

 

 

Faça questões desde o início

Mesmo antes da definição da banca, questões devem fazer parte da preparação.

Elas ajudam a identificar:

  • como determinado conteúdo costuma ser cobrado;
  • quais detalhes da legislação merecem atenção;
  • quais assuntos você ainda não domina;
  • quais erros estão se repetindo.

Nesse momento, vale utilizar questões de concursos anteriores da AGU, Procuradorias, Advocacia Pública e outras carreiras jurídicas de nível semelhante.

Depois da definição da organizadora, o candidato poderá aumentar significativamente o volume de questões específicas da banca escolhida.

 

 

Crie um caderno de erros

Para um conteúdo tão extenso, registrar erros pode ser muito útil.

Não é necessário copiar a questão inteira.

Anote apenas:

Assunto: responsabilidade civil do Estado.

Erro: confundi responsabilidade por ação com omissão estatal.

Revisar: entendimento atual do STF + dispositivo relacionado.

Isso transforma cada erro em um ponto específico para revisão.

Depois de alguns meses, esse material se torna extremamente valioso.

 

 

Não espere o edital para treinar discursivas

Esse talvez seja um dos pontos mais importantes para quem pretende disputar uma carreira jurídica da AGU.

A escrita jurídica não é desenvolvida em poucas semanas.

O candidato precisa aprender a:

  • identificar exatamente o problema apresentado;
  • selecionar os fundamentos jurídicos relevantes;
  • organizar a resposta;
  • argumentar de maneira objetiva;
  • utilizar legislação e jurisprudência;
  • administrar espaço e tempo.

Por isso, o treinamento discursivo deve começar ainda no pré-edital.

 

 

Como começar a treinar discursivas?

Não é necessário começar escrevendo várias peças por semana.

Uma estratégia inicial pode ser produzir uma resposta discursiva por semana.

Escolha um tema estudado recentemente e estabeleça um tempo limite.

Depois, avalie:

  • respondi exatamente ao que foi perguntado?
  • apresentei fundamento jurídico?
  • utilizei legislação pertinente?
  • conhecia a jurisprudência relevante?
  • organizei bem os argumentos?
  • fui objetivo?

Com o avanço da preparação, aumente gradualmente a complexidade dos exercícios.

 

 

Como dividir teoria e questões?

Uma proporção possível para quem está construindo a base é:

60% do tempo: teoria, legislação e jurisprudência.

30%: questões.

10%: discursivas.

Isso não é uma regra fixa.

Conforme a preparação avança, o percentual destinado à teoria tende a diminuir e questões, revisões e discursivas passam a ocupar mais espaço.

Na reta final, o candidato deve estar muito mais focado em aplicação e consolidação do que em assistir a longas aulas sobre conteúdos que já estudou.

 

 

Como escolher entre as carreiras?

A possibilidade de um modelo unificado ainda está em discussão. Independentemente do formato final, as carreiras possuem características próprias.

Advogado da União

Pode interessar especialmente a quem se identifica com representação judicial da União e consultoria jurídica dos órgãos federais.

Procurador da Fazenda Nacional

Tem forte relação com matéria tributária, fiscal e cobrança da dívida ativa.

Quem pretende essa carreira deve aprofundar Tributário e Financeiro.

Procurador Federal

Atua na representação e consultoria jurídica de autarquias e fundações públicas federais.

O candidato encontrará uma atuação bastante ampla dentro da Administração Pública indireta.

Procurador do Banco Central

Além da sólida formação jurídica, a preparação tende a exigir atenção às matérias relacionadas às competências específicas do Banco Central.

O novo edital será fundamental para conhecer o peso e o conteúdo de cada área.

 

 

E se eu ainda não souber qual carreira escolher?

Não há problema.

Neste momento, existe um grande núcleo comum que pode ser estudado independentemente da decisão final.

Constitucional, Administrativo, Civil, Processo Civil, Tributário e Financeiro são exemplos de disciplinas que poderão ser aproveitadas em diferentes carreiras.

Conforme o modelo do concurso for definido, o candidato poderá direcionar mais horas para os conteúdos específicos da carreira escolhida.

 

 

Faça revisões em camadas

Em vez de tentar revisar todo o material constantemente, organize as revisões em diferentes níveis.

Revisão rápida

Anotações, marcações e questões erradas.

Revisão intermediária

Legislação, jurisprudência e assuntos com maior dificuldade.

Revisão profunda

Temas que continuam apresentando baixo desempenho nas questões ou discursivas.

Isso evita gastar o mesmo tempo revisando conteúdos que você já domina e aqueles em que ainda possui dificuldades.

 

 

Quando a banca for definida, a estratégia muda

A contratação da banca será um divisor importante na preparação.

A partir daí, será possível analisar:

  • formato das questões;
  • nível de profundidade;
  • padrão das alternativas;
  • estilo das provas discursivas;
  • critérios de correção;
  • incidência de jurisprudência;
  • perfil das provas jurídicas anteriores.

Nesse momento, o candidato deve aumentar significativamente a resolução de provas da organizadora.

Mas quem começou antes terá uma vantagem: estará aprendendo como a banca cobra, e não tentando aprender Direito do zero.

 

 

 

Concurso AGU 2026: quem começa agora pode chegar diferente ao edital

O concurso já possui 170 vagas autorizadas, distribuídas entre Advogado da União, Procurador da Fazenda Nacional, Procurador Federal e Procurador do Banco Central.

Ainda faltam definições importantes: o modelo definitivo da seleção, a banca organizadora, o conteúdo programático e o cronograma.

Para alguns candidatos, isso pode parecer motivo para esperar.

Para quem pretende realmente disputar uma vaga, pode ser justamente o contrário.

É o período em que existe tempo para estudar Constitucional sem pressa, compreender Administrativo, construir uma boa base de Tributário, acompanhar jurisprudência e começar a desenvolver a escrita jurídica.

Quando o edital sair, o relógio será igual para todos.

A diferença estará no que cada candidato conseguiu construir antes dele.

Boa sorte e bons estudos!

 

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