Concurso Receita Federal 2026: Curso de Formação Será em São Paulo. Veja as Etapas e Como se Preparar

Passar nas provas objetiva e discursiva não será a última barreira do próximo concurso da Receita Federal.

A seleção para Auditor-Fiscal e Analista-Tributário terá uma segunda etapa obrigatória:

Índice do artigo

o Curso de Formação Profissional.

E a Receita Federal já confirmou uma informação importante para quem pretende disputar uma das 146 vagas:

o curso será realizado presencialmente na cidade de São Paulo.

Além disso, essa etapa terá caráter exclusivamente eliminatório.

Ou seja:

o desempenho no Curso de Formação não será utilizado para melhorar a classificação obtida anteriormente;

mas

o candidato precisará ser aprovado nele para concluir o concurso.

A informação ajuda a desenhar com mais clareza o caminho até o ingresso na Receita Federal.

Primeiro, o candidato precisará enfrentar as provas objetiva e discursiva.

Depois, aqueles que avançarem conforme as regras do edital seguirão para o Curso de Formação.

Só que existe um cuidado estratégico.

Saber que haverá uma segunda etapa não significa que o candidato deva dividir sua atenção agora entre prova e curso.

Neste momento, o principal obstáculo continua sendo:

 

conseguir chegar ao Curso de Formação.

E isso passa por uma preparação forte para a primeira etapa.

Concurso Receita Federal 2026: panorama

InformaçãoSituação
ÓrgãoReceita Federal do Brasil
Total de vagas146
Auditor-Fiscal30 vagas
Analista-Tributário116 vagas
EscolaridadeSuperior em qualquer área
BancaEm contratação
Prazo atual para propostas comerciais18 de setembro de 2026
Contratação da bancaPrevista para outubro
EditalPrevisto para dezembro de 2026
Primeira etapaProva objetiva + prova discursiva
Segunda etapaCurso de Formação Profissional
Curso de FormaçãoPresencial em São Paulo
Caráter do cursoExclusivamente eliminatório
Abrangência das vagasNacional

A Receita Federal já iniciou o processo para contratação da instituição responsável pela organização e execução do concurso.

Com isso, o cenário está avançando rapidamente.

Concurso Receita Federal terá 146 vagas

A autorização contempla:

146 vagas.

A distribuição será:

30 vagas para Auditor-Fiscal da Receita Federal;

e

116 vagas para Analista-Tributário da Receita Federal.

São duas carreiras diferentes dentro da estrutura da Receita.

O candidato precisará observar as atribuições, remuneração, perfil profissional e conteúdo de cada cargo antes de escolher seu objetivo.

E existe uma informação que torna essa escolha ainda mais importante.

Não será possível fazer prova para os dois cargos

A Receita Federal já esclareceu que as provas de:

Auditor-Fiscal;

e

Analista-Tributário

serão realizadas na mesma data.

Na prática, portanto, o candidato não poderá fazer as duas seleções.

Será necessário escolher.

Essa decisão não deveria ser tomada simplesmente olhando para o número de vagas.

Analista terá mais oportunidades.

Auditor possui outra estrutura de carreira e atribuições.

O candidato precisa avaliar:

objetivo profissional;

preparação já construída;

afinidade com o conteúdo;

desempenho;

tempo disponível.

Quando o conteúdo programático for divulgado, essa decisão poderá ser feita com ainda mais precisão.

Qual a escolaridade exigida?

Para os dois cargos será exigido:

nível superior completo em qualquer área de formação.

O diploma deverá ser reconhecido pelo Ministério da Educação.

Isso significa que não existe uma graduação específica obrigatória para concorrer.

Podem disputar candidatos formados em Direito, Administração, Contabilidade, Engenharia, Tecnologia, Saúde ou qualquer outra área, desde que cumpram os requisitos estabelecidos no edital.

Banca do concurso Receita Federal ainda está em definição

A Receita Federal iniciou o levantamento de mercado para contratação da instituição responsável pela organização e execução da seleção.

E o processo ganhou uma atualização importante.

O prazo para apresentação das propostas comerciais pelas instituições interessadas foi estabelecido até:

18 de setembro de 2026, às 23h59.

Essa etapa faz parte do levantamento destinado a subsidiar a contratação da organizadora.

A previsão divulgada pela própria Receita é de que:

a contratação ocorra em outubro;

e

o edital seja publicado em dezembro de 2026.

São previsões administrativas.

As datas definitivas do concurso serão apresentadas oficialmente quando o edital for publicado.

A banca ainda não está contratada

Esse cuidado é importante.

Enquanto o processo estiver em andamento, não devemos afirmar que determinada instituição será responsável pelo concurso.

A banca do último concurso foi a FGV.

Isso faz dela uma referência histórica importante.

Mas:

não significa que a FGV organizará o concurso de 2026.

Assim que a nova banca for definida, o candidato poderá direcionar com mais intensidade:

questões;

simulados;

estilo de prova;

forma de cobrança;

nível de profundidade.

Até lá, o foco deve estar na construção da base.

Como será o concurso Receita Federal 2026?

A Receita Federal confirmou que a seleção será realizada em:

duas etapas.

A primeira terá:

prova objetiva;

e

prova discursiva.

Essas avaliações serão aplicadas tanto para Auditor-Fiscal quanto para Analista-Tributário.

Depois virá a segunda etapa:

Curso de Formação Profissional.

Portanto, podemos visualizar o concurso assim:

1ª etapa

Prova objetiva + prova discursiva

classificação para a etapa seguinte

2ª etapa

Curso de Formação Profissional

aprovação final no concurso.

Essa estrutura precisa ser compreendida desde o início da preparação.

Curso de Formação será presencial em São Paulo

A Receita Federal confirmou oficialmente que o Curso de Formação Profissional será realizado:

presencialmente em São Paulo, SP.

Esse é um detalhe importante principalmente para candidatos que vivem em outros estados.

Quem avançar para essa etapa poderá precisar se organizar para permanecer temporariamente em São Paulo durante a realização das atividades.

Mas ainda não é hora de fazer planos concretos de:

hospedagem;

transporte;

permanência;

rotina;

despesas.

A Receita ainda divulgará informações adicionais sobre o curso.

Os detalhes definitivos serão conhecidos a partir do edital e dos documentos que regulamentarem a etapa.

O Curso de Formação será classificatório?

Não.

A Receita já respondeu oficialmente essa dúvida.

O Curso de Formação terá caráter:

exclusivamente eliminatório.

Isso significa que o objetivo será verificar se o candidato atende aos critérios necessários para aprovação na etapa.

O desempenho no curso não será utilizado para alterar a classificação obtida na primeira fase.

Essa distinção é importante.

Imagine dois candidatos:

candidato A — classificado em 10º;

candidato B — classificado em 25º.

O Curso de Formação não funcionará como uma nova prova destinada a reorganizar essas posições.

Mas ambos precisarão cumprir os critérios exigidos para não serem eliminados.

Por que existe Curso de Formação?

A legislação da Carreira Tributária e Aduaneira permite que o concurso seja realizado em duas etapas, sendo a segunda composta por Curso de Formação.

A Receita optou, para a seleção de 2026, por utilizar essa estrutura.

O curso permite uma preparação profissional relacionada às atividades e à realidade institucional antes do ingresso definitivo.

Mas os conteúdos, critérios de avaliação e demais regras ainda serão detalhados oficialmente.

Quantas horas terá o Curso de Formação?

O planejamento da contratação da banca apresenta uma previsão de carga horária diferenciada para as duas carreiras.

A referência atualmente existente é de aproximadamente:

240 horas para Auditor-Fiscal;

e

160 horas para Analista-Tributário.

Mas existe um cuidado importante.

Esses números fazem parte do planejamento apresentado no Termo de Referência.

As regras definitivas do Curso de Formação deverão ser observadas no edital e nos documentos oficiais posteriores.

Portanto:

240 e 160 horas são referências do planejamento;

não devem ser tratadas como carga horária definitiva antes do edital.

O curso em São Paulo significa que as vagas serão em São Paulo?

Não.

Esse é um ponto muito importante.

São Paulo será o local do Curso de Formação.

Isso não significa que as 146 vagas sejam para trabalhar no estado.

A Receita Federal já informou que o concurso terá:

abrangência nacional.

As vagas poderão estar localizadas em unidades da Receita Federal em diferentes partes do Brasil.

A distribuição será divulgada oportunamente.

Como será escolhida a lotação?

A Receita informa que os candidatos poderão indicar unidades em ordem de preferência.

O resultado dependerá da:

classificação obtida na primeira etapa.

Isso adiciona ainda mais importância ao desempenho nas provas.

A classificação não serve apenas para determinar quem continua no concurso.

Ela também poderá influenciar diretamente as opções disponíveis para a lotação inicial.

Portanto, existe diferença entre:

simplesmente conseguir avançar;

e

conseguir uma classificação forte.

Haverá concurso de remoção antes da lotação dos novos servidores

A Receita Federal também informa que realizará concurso de remoção interna paralelamente ao concurso público.

Esse procedimento permite movimentação de servidores que já integram a carreira.

A partir daí, as vagas remanescentes poderão compor as opções destinadas aos novos servidores.

Isso ajuda a explicar por que ainda não existe uma lista definitiva das cidades de lotação.

As oportunidades serão definidas oportunamente.

Onde serão realizadas as provas?

A Receita Federal informa que as provas serão aplicadas:

em todas as capitais dos estados e no Distrito Federal.

Portanto, novamente é importante separar três informações:

prova — capitais e Distrito Federal;

Curso de Formação — São Paulo;

lotação — unidades da Receita Federal em todo o país.

São três momentos diferentes do concurso.

As disciplinas já foram definidas?

Ainda não de forma definitiva.

A Receita informou que pretende divulgar, assim que possível, uma relação de disciplinas para a primeira etapa.

Mas o conteúdo programático oficial será aquele publicado no:

edital de abertura.

A Receita também esclarece que uma proposta preliminar poderá ser revisitada juntamente com a futura instituição organizadora.

Portanto, mesmo que uma relação preliminar seja divulgada:

ela poderá sofrer alterações.

Cuidado com listas de matérias “confirmadas”

Com a expectativa em torno do concurso, começam a surgir listas de:

“disciplinas certas”;

“conteúdo confirmado”;

“edital praticamente pronto”.

É necessário separar previsão de confirmação.

O concurso anterior é uma excelente referência.

As características tradicionais da área Fiscal também ajudam a construir uma base.

Mas:

o conteúdo oficial de 2026 será o conteúdo do edital.

Isso não significa esperar para estudar.

Significa estudar sem transformar projeção em fato.

Como foi o último concurso Receita Federal?

O último concurso para Auditor-Fiscal e Analista-Tributário teve edital publicado em 2022.

A organizadora foi a:

Fundação Getulio Vargas – FGV.

A seleção também contou com:

provas objetivas;

provas discursivas;

Curso de Formação Profissional.

Por isso, o concurso anterior é uma das melhores referências disponíveis para compreender o nível de exigência da Receita.

Mas ele não deve ser simplesmente copiado.

O novo concurso terá:

outra quantidade de vagas;

novo planejamento;

possível nova banca;

conteúdo programático que ainda será definido.

Vale estudar pelo último edital?

Vale utilizar o último edital como:

referência.

Não como reprodução antecipada do próximo.

Existe uma diferença enorme entre as duas coisas.

Você pode utilizar o histórico para identificar:

disciplinas relevantes;

nível de profundidade;

quantidade de conteúdo;

características da carreira;

dificuldade da prova.

Mas precisa estar preparado para alterar o ciclo quando as informações de 2026 forem oficializadas.

O que estudar enquanto a banca não sai?

O candidato que pretende disputar Receita Federal não deveria esperar a contratação da banca para começar.

O concurso já está autorizado.

As vagas estão definidas.

O processo de contratação está avançando.

Existe previsão de edital em dezembro.

Então há motivo suficiente para construir uma preparação pré-edital.

A estratégia pode começar pela:

base da área Fiscal.

O objetivo agora é construir conhecimento reaproveitável e identificar suas maiores lacunas.

Quando as disciplinas preliminares forem divulgadas, o ciclo poderá ser refinado.

Quando a banca sair, o treinamento por questões será direcionado.

Quando o edital sair, teremos o ajuste final.

Faça um diagnóstico antes de montar o cronograma

Imagine que você já estude há alguns meses.

Não comece simplesmente aumentando a quantidade de horas porque a Receita foi autorizada.

Primeiro descubra:

onde você está.

Pegue as disciplinas da sua base atual.

Faça questões.

Calcule percentuais.

Exemplo:

DisciplinaAcertos
Português82%
Direito Tributário68%
Contabilidade54%
Constitucional79%
Administrativo72%

Agora existe uma informação importante.

Contabilidade provavelmente merece mais atenção.

Português talvez precise apenas de manutenção.

Isso é mais útil do que simplesmente dividir cinco disciplinas em tempos iguais.

Auditor ou Analista: quando escolher?

Essa decisão merece atenção especial porque as provas serão realizadas na mesma data.

O candidato não poderá deixar para decidir depois.

Antes do edital, avalie:

seu nível atual;

tempo disponível;

experiência na área Fiscal;

objetivo profissional;

quantidade de conteúdo que consegue absorver;

desempenho nas disciplinas.

Depois que os programas forem divulgados, compare os dois cargos.

Não escolha apenas pela quantidade de vagas.

Também não escolha apenas pela remuneração.

Escolha considerando:

qual prova você consegue transformar em mais pontos.

Quem já estuda para Auditor deve mudar para Analista por causa das 116 vagas?

Não existe resposta universal.

O número de vagas é uma variável.

Mas não é a única.

Um candidato que possui anos de preparação para Auditor pode ter uma vantagem competitiva importante nesse cargo.

Outro candidato, começando agora, pode avaliar que Analista é um objetivo mais compatível com sua preparação.

O que precisamos evitar é uma decisão emocional baseada apenas em:

30 contra 116.

Quando o conteúdo dos dois cargos estiver disponível, faça uma comparação objetiva.

Meça a distância entre você e cada cargo

Uma boa estratégia depois da divulgação das disciplinas será montar duas tabelas.

Auditor

DisciplinaMeu nível
Matéria A80%
Matéria B72%
Matéria C48%

Analista

DisciplinaMeu nível
Matéria A80%
Matéria B75%
Matéria D67%

Depois compare:

quantidade de conteúdo novo;

percentual atual;

tempo até a prova;

quantidade e peso das questões.

Isso torna a escolha muito mais racional.

Questões precisam entrar desde agora

Não faça uma preparação baseada apenas em teoria.

Use:

teoria;

questões;

correção;

revisão.

A questão serve para descobrir se você realmente domina o conteúdo.

E existe uma diferença entre:

reconhecer uma matéria;

e

acertar uma questão sob pressão.

Quando a banca for escolhida, mude o filtro

Esse será um momento importante.

Imagine que você tenha feito milhares de questões variadas.

Ótimo.

Quando a banca for contratada:

aumente o volume de questões daquela organizadora.

Você precisa aprender:

como ela formula enunciados;

como trabalha alternativas;

como cobra legislação;

quanto exige interpretação;

quais tipos de erro costuma induzir.

Conteúdo e banca são camadas diferentes da preparação.

Caderno de erros

Se você está mirando Receita Federal, provavelmente enfrentará um volume grande de conteúdo.

Por isso, não pode revisar tudo o tempo inteiro.

O caderno de erros ajuda a concentrar a revisão justamente onde você já mostrou fragilidade.

Registre:

erro;

motivo;

correção curta.

Exemplo:

Tributário

Erro: confundi regra e exceção.

Correção: regra + exceção.

Contabilidade

Erro: lançamento.

Correção: estrutura correta.

Depois revise.

O objetivo não é produzir outra apostila.

É impedir a repetição do erro.

A prova discursiva precisa entrar no planejamento

A Receita já confirmou:

haverá prova discursiva para os dois cargos.

O formato definitivo ainda será conhecido posteriormente.

Mas quem pretende disputar um concurso desse nível não deveria ignorar a escrita até a última semana.

Antes das regras definitivas, você pode treinar:

clareza;

organização;

domínio técnico;

objetividade;

estrutura argumentativa.

Quando o edital sair:

adapte tudo ao modelo oficial.

E o Curso de Formação? Preciso estudar para ele agora?

Essa é uma das principais perguntas provocadas pela nova informação.

Minha resposta seria:

não como prioridade.

Existe uma barreira anterior.

Você precisa conseguir classificação suficiente na primeira etapa.

O curso será eliminatório.

Portanto, deverá ser levado muito a sério quando chegar a hora.

Mas hoje seu recurso mais limitado é:

tempo.

E esse tempo precisa comprar pontos na prova objetiva e na discursiva.

Quando você estiver classificado para o Curso de Formação, muda o objetivo.

Não transforme São Paulo em preocupação antecipada

O candidato de outro estado pode olhar para a notícia e pensar:

“Como vou ficar em São Paulo?”

“Quanto vou gastar?”

“Quanto tempo vou permanecer lá?”

“Onde vou me hospedar?”

Essas perguntas serão importantes.

Mas não agora.

Ainda faltam detalhes oficiais sobre o funcionamento do curso.

Quando houver:

duração definitiva;

datas;

horários;

regras;

estrutura;

aí sim você planeja a logística.

Hoje, a melhor maneira de aumentar sua chance de precisar resolver esse problema é:

estudar para chegar ao Curso de Formação.

A classificação da primeira etapa será muito importante

O Curso de Formação será apenas eliminatório.

Mas isso não torna a classificação da primeira etapa irrelevante.

Pelo contrário.

A Receita informa que a escolha das unidades de lotação será feita considerando as preferências dos candidatos e a:

classificação na primeira fase.

Isso significa que buscar uma boa colocação pode ter impacto concreto na vida do futuro servidor.

Não estude simplesmente para:

“passar no corte”.

Tente construir margem.

📚 Estratégia do Wagner

Quando eu vejo essa informação do Curso de Formação em São Paulo, minha primeira preocupação não é hospedagem.

Não é passagem.

Não é quantas horas terá o curso.

Minha primeira pergunta é:

o que eu preciso fazer para chegar lá?

Porque esse é o gargalo agora.

A Receita confirmou duas etapas.

Primeiro:

objetiva e discursiva.

Depois:

Curso de Formação.

Então eu tenho duas linhas de chegada.

Só que eu não vou correr para as duas ao mesmo tempo.

Primeiro eu preciso cruzar a primeira.

E isso significa fazer pontos.

A banca ainda está em contratação.

O conteúdo definitivo ainda não saiu.

Mas eu ficaria esperando?

De jeito nenhum.

Eu construiria minha base.

E faria diagnóstico.

Não quero:

“Wagner, eu sou bom em Contabilidade.”

Quanto você acerta?

“Ah, acho que uns 75%.”

Não quero “acho”.

Faz questão.

Calcula.

Se deu 53%, temos uma informação.

Se deu 84%, temos outra.

E aí eu distribuo meu tempo.

Outro ponto:

Auditor ou Analista?

As provas serão no mesmo dia.

Então você vai precisar escolher.

E eu não escolheria só olhando:

30 vagas contra 116.

Quero ver a distância entre você e a prova.

Quando tivermos o conteúdo dos dois cargos, compara.

Quantas matérias você já domina?

Quanto conteúdo novo existe?

Qual seu percentual?

Quanto tempo falta?

Qual é o peso de cada disciplina?

Aí você toma uma decisão.

Não pela ansiedade.

Pelos dados.

Quando a banca sair, eu mudaria outra coisa:

minhas questões.

Quero muitas questões da organizadora.

Porque não basta saber Tributário.

Você precisa saber responder Tributário do jeito que aquela banca pergunta.

Não basta saber Contabilidade.

Você precisa reconhecer como ela tenta te fazer errar.

E tem discursiva.

Já está confirmado que os dois cargos terão.

Então não deixa escrita para a última semana.

Quando soubermos o formato, direciona.

Até lá, pode trabalhar clareza e organização.

Agora, sobre o Curso de Formação:

ele é eliminatório.

Então quando chegar lá, é sério.

Mas não é o problema de hoje.

Se você mora no Acre, Rio Grande do Sul, Bahia ou qualquer outro lugar, não precisa começar hoje a procurar apartamento em São Paulo.

Primeiro:

conquiste o direito de precisar ir para São Paulo.

Essa é a ordem.

E eu teria outro objetivo:

classificação.

Porque a Receita já informou que a classificação na primeira etapa será considerada na escolha das unidades.

Então não quero simplesmente passar raspando.

Quanto melhor minha posição, melhor pode ser minha condição de escolha.

Por isso, eu organizaria a preparação em etapas.

Agora:

base;

questões;

diagnóstico;

caderno de erros;

revisão.

Saiu a banca:

adaptação à organizadora.

Saiu o edital:

verticalização;

pesos;

conteúdo oficial;

discursiva;

estratégia final.

Chegou perto da prova:

questões;

revisão;

simulados;

treino de tempo.

Classificou para o Curso de Formação?

Aí muda o projeto.

Agora seu objetivo é:

não ser eliminado.

Percebe?

Cada fase tem um problema.

E você não precisa resolver todos no mesmo dia.

Hoje, o problema é construir uma preparação capaz de colocar você entre os candidatos que chegarão à segunda etapa.

São 146 vagas.

30 para Auditor.

116 para Analista.

A banca está avançando.

O edital está previsto para dezembro.

Então eu usaria esses próximos meses para chegar ao edital em uma condição completamente diferente de quem vai começar quando ele for publicado.

Porque no pós-edital eu não quero:

começar.

Quero:

ajustar e acelerar.

Concurso Receita Federal 2026: o que fazer agora?

O novo concurso da Receita Federal está autorizado com:

146 vagas.

Serão:

30 para Auditor-Fiscal;

e

116 para Analista-Tributário.

A banca ainda está em processo de contratação.

O prazo atual para apresentação das propostas comerciais termina em 18 de setembro.

A expectativa oficial é de contratação da organizadora em outubro e publicação do edital em dezembro.

A Receita também confirmou informações importantes sobre a estrutura da seleção.

Haverá:

prova objetiva;

prova discursiva;

e

Curso de Formação Profissional.

O curso será:

presencial em São Paulo

e terá caráter:

exclusivamente eliminatório.

O concurso terá abrangência nacional, portanto São Paulo não deve ser confundida com a futura lotação dos 146 aprovados.

Para quem pretende concorrer, o momento agora é de construção.

Não espere o Curso de Formação.

Não espere a banca.

Não espere o edital para descobrir suas dificuldades.

Construa a base.

Resolva questões.

Meça seus percentuais.

Corrija seus erros.

Treine escrita.

E acompanhe as próximas definições.

Quando a banca sair, adapte o treinamento.

Quando o conteúdo oficial for publicado, reorganize as prioridades.

Quando chegar a prova, seu objetivo será conseguir uma classificação forte o suficiente para avançar.

E só então haverá um novo desafio:

São Paulo e o Curso de Formação.

Boa sorte e bons estudos!

 

Acompanhe o melhor canal com vídeos com dicas de estudos e notícias sobre concursos públicos.