Concurso PMERJ 2026: FGV é Confirmada para CFO com 100 Vagas. Veja Como se Preparar

A banca mudou de status — e, para quem pretende disputar uma das 100 vagas de oficial da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, isso significa que a preparação já pode ficar muito mais direcionada.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi confirmada para organizar o novo concurso da PMERJ destinado ao Curso de Formação de Oficiais (CFO) 2027.

A seleção está autorizada com:

Índice do artigo

100 vagas para oficiais.

O ingresso será em 2027 e o edital está previsto para o segundo semestre de 2026.

Para concorrer, a carreira exige uma formação bastante específica:

bacharelado em Direito.

E a definição da FGV muda principalmente uma coisa para o candidato:

agora já existe uma banca concreta para direcionar questões, simulados e diagnóstico.

Ao mesmo tempo, existe um cuidado importante.

O termo de referência utilizado para contratar a organizadora já antecipou diversos detalhes da futura seleção, mas o documento não substitui o edital.

Por isso, o candidato pode utilizá-lo para direcionar os estudos — sem tratar cada detalhe como definitivo antes da publicação das regras oficiais.

 

Concurso PMERJ CFO 2027: panorama

InformaçãoSituação
ÓrgãoPolícia Militar do Estado do Rio de Janeiro
SeleçãoCurso de Formação de Oficiais – CFO 2027
Vagas100
CargoOficial
EscolaridadeBacharelado em Direito
BancaFGV
SituaçãoAutorizado
EditalPrevisto para o segundo semestre de 2026
Ingresso2027
Aluno-oficialR$ 4.127,16
Após formaçãoR$ 9.313,27
2º tenenteR$ 10.348,18

A seleção faz parte do planejamento da PMERJ para recomposição de pessoal.

Além do CFO, a corporação também vem trabalhando em outros processos seletivos, mas são concursos distintos.

Neste artigo, o foco é exclusivamente:

CFO 2027.

Quantas vagas terá o concurso PMERJ para oficiais?

A autorização contempla:

100 vagas.

O novo concurso foi autorizado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro no início de junho.

As oportunidades serão destinadas ao ingresso no Curso de Formação de Oficiais em 2027.

Além das vagas inicialmente previstas, o planejamento da seleção também admite formação de cadastro de reserva.

Mas é importante diferenciar:

100 vagas estão autorizadas;

enquanto eventual aproveitamento além desse quantitativo dependerá das regras do edital e das necessidades da Administração.

 

FGV será a banca do concurso PMERJ

A Fundação Getúlio Vargas foi escolhida para organizar a seleção.

O ato autorizando sua contratação foi divulgado no fim de julho.

A FGV não é uma desconhecida dos candidatos ao oficialato da PMERJ.

A própria Fundação já participou de concursos anteriores para ingresso no CFO.

Isso representa uma vantagem importante para quem pretende começar a preparação antes do novo edital.

O candidato não precisa resolver questões aleatórias de dezenas de organizadoras.

Pode começar a construir uma base direcionada ao estilo da:

FGV.

 

O que muda quando a banca é conhecida?

Muda principalmente o treinamento.

Você pode começar a observar:

tamanho dos enunciados;

profundidade das questões;

cobrança de legislação;

interpretação jurídica;

estrutura das alternativas;

temas recorrentes;

nível de dificuldade.

Mas conhecer a banca não significa saber exatamente como será a prova.

O edital ainda poderá estabelecer:

número definitivo de questões;

pesos;

critérios de eliminação;

conteúdo programático;

regras da discursiva;

cronograma.

Por isso, a FGV direciona a preparação.

O edital define a preparação final.

 

Termo de referência já revela como a seleção deverá funcionar

O processo de contratação da banca trouxe uma informação especialmente útil para os candidatos.

O termo de referência antecipou a estrutura esperada do concurso.

A tendência é de que a seleção mantenha, em grande medida, o modelo utilizado anteriormente.

A primeira etapa deverá reunir:

prova objetiva;

e

prova discursiva.

Mas o concurso para ingresso no CFO não termina aí.

A seleção deverá contar com outras fases destinadas a verificar as condições necessárias para ingresso e formação na carreira policial militar.

 

Quais serão as etapas do concurso PMERJ CFO?

De acordo com a estrutura prevista no termo de referência, a seleção deverá envolver diferentes avaliações ao longo do processo.

Entre elas estão previstas etapas relacionadas a:

prova objetiva;

prova discursiva;

avaliação antropométrica;

teste de aptidão física;

exame psicológico;

exame de saúde;

exame social e toxicológico;

avaliação documental.

A nomenclatura, a ordem e as regras definitivas devem ser conferidas no edital.

Esse cuidado é importante porque o termo de referência serve como base para a contratação e organização do concurso.

O edital será o documento que efetivamente regulará a seleção.

 

Por que esse não é um concurso apenas de Direito?

O bacharelado em Direito é requisito para ingresso.

E a prova intelectual naturalmente possui forte componente jurídico.

Mas o concurso não termina quando o candidato consegue uma boa nota.

Existe uma sequência de etapas.

Isso significa que o candidato precisa desenvolver uma preparação paralela:

preparação intelectual

preparação física

atenção aos requisitos pessoais e documentais.

Ignorar qualquer uma dessas frentes pode colocar em risco toda a preparação.

Quem pode fazer o CFO da PMERJ?

O principal requisito acadêmico para ingresso é:

bacharelado em Direito.

A própria Escola de Formação de Oficiais da PMERJ informa que essa exigência foi estabelecida pela legislação estadual e passou a integrar os requisitos para ingresso no CFO.

No concurso anterior, também foram estabelecidas condições relacionadas a idade e altura mínima.

A seleção anterior exigiu:

idade mínima de 18 anos;

idade máxima de 32 anos, observada a regra prevista no edital;

altura mínima de 1,65m para homens;

altura mínima de 1,60m para mulheres.

Esses parâmetros anteriores ajudam o candidato a conhecer o histórico.

Mas:

os requisitos definitivos do CFO 2027 devem ser conferidos no novo edital.

Isso é particularmente importante em critérios como idade, datas de comprovação, documentação e demais condições de ingresso.

O que faz um oficial da PMERJ?

A carreira vai muito além da atividade operacional que normalmente aparece associada à Polícia Militar.

A formação dos oficiais envolve preparação para funções de:

comando;

liderança;

planejamento;

gestão;

administração;

atuação operacional;

aplicação de normas e regulamentos.

A própria PMERJ destaca que os oficiais podem exercer atividades ligadas à Polícia Judiciária Militar, conduzir inquéritos e procedimentos administrativos e disciplinares, participar do planejamento de operações e atuar na gestão de recursos humanos, logísticos, financeiros e educacionais.

É justamente por isso que a formação jurídica possui tanta relevância para a carreira.

 

Como funciona o Curso de Formação de Oficiais?

O CFO é realizado na Escola de Formação de Oficiais Dom João VI.

A instituição possui uma tradição centenária na formação dos oficiais da Polícia Militar fluminense.

A formação ocorre em regime próprio da instituição militar, com preparação acadêmica, profissional e operacional.

Durante o curso, o candidato aprovado passa pela formação necessária ao exercício das funções do oficialato.

A PMERJ informa ainda que o CFO é reconhecido, no âmbito civil, como equivalente a uma graduação em Ciências Policiais.

 

Quanto ganha um oficial da PMERJ?

A remuneração varia conforme a etapa da carreira.

As referências divulgadas para o próximo concurso são:

EtapaValor
Aluno-oficialR$ 4.127,16
Após formaçãoR$ 9.313,27
2º tenenteR$ 10.348,18

Por isso, é importante não anunciar simplesmente:

“salário de R$ 10 mil durante o CFO”.

Não é isso.

O candidato ingressa como aluno-oficial e passa por evolução durante sua formação e carreira.

A referência superior a R$ 10 mil está associada ao posto de:

2º tenente.

Essa distinção evita criar uma expectativa incorreta sobre a remuneração imediatamente recebida durante o curso.

Como foi o último concurso para oficiais?

O último edital do CFO também teve participação da Fundação Getulio Vargas.

Isso torna a seleção anterior particularmente relevante para quem começa a estudar agora.

O candidato pode utilizar aquela prova para:

conhecer o nível;

analisar a FGV;

identificar assuntos;

testar o próprio desempenho;

entender a estrutura anterior.

Mas existe uma regra importante:

prova anterior é referência, não previsão.

O novo edital pode trazer alterações.

Portanto, utilize o concurso anterior como ferramenta de preparação, mas faça a adaptação assim que as novas regras forem publicadas.

O que estudar para o CFO da PMERJ?

Como o edital ainda não foi publicado, não devemos apresentar uma lista de disciplinas como se o conteúdo estivesse definitivamente confirmado.

Mas existe um caminho seguro.

Primeiro:

analise a prova anterior.

Depois:

observe o termo de referência.

Em seguida:

resolva questões recentes da FGV nas principais áreas jurídicas.

O bacharel em Direito possui uma vantagem óbvia de formação.

Mas essa vantagem pode desaparecer rapidamente se o conteúdo jurídico estiver enferrujado.

Diploma em Direito não significa prova dominada

Esse talvez seja um dos maiores riscos neste concurso.

O candidato pensa:

“Eu sou advogado.”

Ou:

“Acabei de me formar em Direito.”

Então conclui:

“A parte jurídica está tranquila.”

Não necessariamente.

Concurso exige recuperação rápida de conceitos, legislação, exceções, jurisprudência quando prevista e capacidade de interpretar alternativas muito próximas.

Além disso, existem áreas jurídicas que o profissional pode não utilizar há anos.

Por isso, a primeira etapa da preparação não deveria ser assistir novamente a toda a graduação.

Deveria ser:

diagnóstico.

Faça um diagnóstico com questões da FGV

Pegue um conjunto de questões compatíveis com o perfil do concurso.

Depois registre seus resultados.

Por exemplo:

ÁreaAcertos
Constitucional82%
Administrativo76%
Penal68%
Processo Penal57%
Direitos Humanos74%

Agora existe uma direção.

Processo Penal merece mais atenção.

Constitucional talvez possa entrar em manutenção.

Sem esse diagnóstico, é comum o candidato gastar muitas horas na matéria que gosta e evitar justamente aquela que poderia aumentar sua nota.

Estude pela combinação entre peso e desempenho

Quando o edital sair, acrescente uma nova variável:

peso na prova.

Imagine que determinada disciplina represente grande parte da pontuação e você esteja acertando apenas 55%.

Temos uma prioridade evidente.

Agora imagine uma matéria pequena em que você já possui 90%.

Ela provavelmente precisa apenas de manutenção.

Por isso, o planejamento ideal combina:

importância na prova

com

percentual de acertos.

Esse método evita estudar todas as disciplinas como se fossem igualmente importantes.

Agora já vale resolver questões da FGV

Sim.

Com a banca confirmada, eu aumentaria progressivamente a quantidade de questões da organizadora.

Não apenas para aprender Direito.

Mas para aprender:

FGV.

Observe como a banca trabalha conceitos próximos.

Como formula alternativas.

Como explora exceções.

Como exige interpretação.

Como utiliza casos concretos.

Como transforma texto legal em questão.

Isso ajuda a diminuir o elemento surpresa no dia da prova.

Não decore apenas o gabarito

Existe um problema comum quando o candidato resolve muitas questões.

Ele começa a reconhecer a resposta.

Isso não significa necessariamente que aprendeu.

Quando corrigir, pergunte:

por que a alternativa correta está certa?

e

por que as outras estão erradas?

Essa segunda pergunta pode ser ainda mais importante.

Se você consegue explicar cada alternativa, seu domínio do conteúdo provavelmente é maior.

Lei seca pode ter papel importante

Em concursos jurídicos, estudar apenas por videoaula pode tornar a preparação lenta.

A legislação precisa entrar no ciclo de maneira estratégica.

Você pode combinar:

teoria;

lei seca;

questões;

revisão.

O peso de cada elemento depende do seu nível.

Quem está começando pode precisar de mais teoria.

Quem já possui boa formação jurídica talvez ganhe mais pontos investindo em:

questões;

revisão;

legislação;

correção de lacunas.

Caderno de erros

Faça um registro simples.

Exemplo:

Processo Penal

Erro: confundi prazo.

Correção: prazo correto + hipótese.

Administrativo

Erro: confusão entre dois institutos.

Correção: diferença objetiva.

Constitucional

Erro: exceção esquecida.

Correção: regra + exceção.

Não transforme o caderno de erros em um novo curso.

Ele precisa ser:

curto;

revisável;

útil.

E a prova discursiva?

O termo de referência prevê prova discursiva.

Isso significa que o candidato não deveria deixar a escrita para a última semana.

Ainda precisamos do edital para saber exatamente:

formato;

extensão;

critérios de correção;

temas;

pontuação;

nota mínima.

Mas já existe uma razão para incluir algum treino de escrita durante a preparação.

Principalmente para quem está há muito tempo apenas resolvendo questões objetivas.

Treine escrita jurídica

Uma possibilidade antes do edital é trabalhar:

organização;

clareza;

argumentação;

precisão jurídica;

estrutura.

Quando o edital revelar o formato, o treino passa a ser completamente direcionado à FGV e aos critérios oficiais.

O importante é não chegar ao pós-edital sem conseguir produzir um texto jurídico organizado dentro de tempo limitado.

Preparação física não começa depois da objetiva

Esse é um dos pontos mais importantes do CFO.

Existe uma tentação:

“Primeiro eu passo na prova. Depois treino para o TAF.”

Pode ser tarde.

Condicionamento físico exige adaptação.

O candidato precisa observar sua situação atual e construir preparação compatível com os testes que forem exigidos.

Até a publicação do edital, o concurso anterior e o termo de referência podem servir de referência.

Depois:

treino exatamente conforme o novo edital.

E, se necessário, procure orientação profissional adequada para estruturar o treinamento com segurança.

Prova intelectual e TAF competem pelo mesmo recurso: tempo

O problema é que o candidato normalmente trabalha ou estuda.

Então precisa dividir:

Direito;

questões;

revisão;

discursiva;

treino físico;

descanso.

Se deixar o TAF para depois, provavelmente terá que retirar muitas horas da preparação intelectual justamente na reta final.

Por isso, uma rotina física consistente desde agora pode evitar uma corrida desesperada posteriormente.

Não esqueça das outras etapas

O CFO não avalia apenas conhecimento e condicionamento físico.

Existem outras verificações previstas no processo seletivo.

Por isso, assim que o edital sair, leia com cuidado:

requisitos;

exames;

documentação;

prazos;

condições de eliminação.

Muita gente lê apenas o conteúdo programático.

Em concurso policial, isso é especialmente arriscado.

O edital inteiro importa.

Como organizar os estudos antes do edital?

Eu dividiria a preparação em quatro frentes:

1. Base jurídica

Revisão das principais disciplinas tomando o último concurso como referência.

2. Questões FGV

Volume progressivamente maior de exercícios da organizadora.

3. Discursiva

Treino periódico de escrita, inicialmente mais geral e depois totalmente adaptado ao edital.

4. Preparação física

Rotina paralela, sem esperar a prova objetiva acontecer.

Quando o edital sair, fazemos o ajuste.

Fase 1 — diagnóstico

Primeiro descubra seu nível.

Faça questões.

Calcule percentuais.

Identifique matérias fracas.

Não passe semanas estudando sem medir resultado.

Fase 2 — consolidação

Depois do diagnóstico:

teoria nas lacunas;

lei seca;

questões;

revisão;

caderno de erros.

As matérias fortes entram em manutenção.

As fracas recebem mais tempo.

Fase 3 — pós-edital

Quando o edital sair:

verticalize imediatamente.

Compare o conteúdo novo com aquilo que já estudou.

Marque:

dominado;

precisa revisão;

nunca estudado.

Depois analise:

pesos;

quantidade de questões;

mínimos;

discursiva;

data;

TAF.

Seu cronograma passa a obedecer ao edital real.

Fase 4 — reta final

Na reta final, o foco muda novamente.

Menos consumo passivo.

Mais:

questões;

revisão;

lei seca;

caderno de erros;

discursivas;

simulados.

O objetivo deixa de ser simplesmente:

“estudar Direito”.

Passa a ser:

fazer pontos na prova da FGV.

Simulados precisam fazer parte da preparação

Conforme a prova se aproxima, faça simulados.

E não olhe apenas a nota.

Analise:

tempo gasto;

concentração;

matérias com mais erros;

erros de conteúdo;

erros de interpretação;

questões acertadas no chute.

O simulado serve para testar o candidato inteiro.

Não apenas o conhecimento.

A carreira de oficial exige perfil de liderança

Também é importante entender o objetivo do concurso.

O CFO prepara profissionais para assumir funções de comando e gestão dentro da Polícia Militar.

A formação envolve Direito, atividade policial, liderança, planejamento e administração.

Por isso, o concurso não deve ser encarado simplesmente como:

“um concurso jurídico com TAF”.

É uma seleção para uma carreira militar de comando.

O candidato precisa conhecer essa realidade antes de escolher a carreira apenas pela remuneração.

 

📚 Estratégia do Wagner

Se eu estivesse estudando para esse concurso, agora eu mudaria uma coisa imediatamente:

minhas questões.

A banca é FGV.

Então eu quero FGV.

Não quero ficar fazendo 500 questões aleatórias de dez bancas diferentes só porque estão disponíveis.

Quero entender quem vai estar do outro lado da mesa.

Como a FGV pergunta?

Como trabalha Direito Constitucional?

Administrativo?

Penal?

Processo Penal?

Quero descobrir isso.

Mas eu também não cometeria um erro:

tratar o termo de referência como se já fosse o edital.

Ele é muito importante.

Dá direção.

Mostra a estrutura esperada.

Mas quando sair o edital, quem manda é o edital.

Então agora eu faria uma preparação inteligente.

Primeiro:

diagnóstico.

Você é bacharel em Direito.

Ótimo.

Agora esquece por um momento o diploma.

Quanto você acerta?

Porque eu vejo muito candidato falar:

“Wagner, Constitucional eu sei.”

Tá.

Faz 50 questões FGV.

Quanto deu?

82%?

Muito bom.

Mantém.

58%?

Então você não domina tanto quanto imaginava.

E não tem problema.

Melhor descobrir agora.

Depois eu organizaria as disciplinas por desempenho.

Mas quando o edital sair, eu cruzo isso com:

peso.

Porque eu quero saber onde minha hora de estudo vale mais ponto.

Uma matéria que vale muito e na qual eu estou mal é prioridade.

Uma matéria pequena na qual eu já estou com 90% não pode consumir metade do meu dia só porque eu gosto dela.

Outro ponto:

discursiva.

Se o formato for confirmado no edital, não deixa para depois.

Começa a escrever.

Texto jurídico também é treino.

Você pode saber a resposta inteira e não conseguir organizar dentro do tempo.

E existe uma coisa que diferencia esse concurso de muitos outros jurídicos:

você precisa cuidar da parte física.

Não adianta tirar uma nota excelente e chegar completamente despreparado para as etapas seguintes.

Então eu teria duas preparações acontecendo ao mesmo tempo.

Intelectual.

Física.

Sem uma destruir a outra.

E eu faria caderno de erros.

Errou?

Quero saber por quê.

Não quero só ver que o gabarito era letra C e passar para a próxima.

Foi conteúdo?

Interpretação?

Exceção?

Prazo?

Confundiu instituto?

Registra.

Depois revisa.

Porque errar durante a preparação é normal.

Repetir o mesmo erro 15 vezes custa vaga.

Conforme o edital se aproximar, eu aumentaria questões.

Quando sair:

verticalização imediata.

Não esperaria três dias para alguém fazer uma análise do edital para mim.

Abre.

Lê.

Marca.

O que entrou?

O que saiu?

Qual peso?

Qual mínimo?

Qual formato da discursiva?

Qual TAF?

Qual data?

A partir daí, o planejamento muda.

E na reta final eu quero cada vez menos sensação e cada vez mais dado.

Não quero:

“acho que estou bem em Penal.”

Quero:

81% nas últimas 200 questões FGV.

Isso é informação.

Não quero:

“acho que minha discursiva melhorou.”

Quero correções.

Não quero:

“acho que meu físico está bom.”

Quero saber se consigo cumprir as exigências do edital.

Concurso de oficial tem várias portas.

Você precisa passar por todas.

Então, se eu resumisse minha estratégia para o CFO da PMERJ hoje, seria:

FGV nas questões.

diagnóstico no Direito.

correção das lacunas.

discursiva em paralelo.

preparação física desde já.

edital para fazer o ajuste fino.

São 100 vagas.

E uma carreira que pode ultrapassar R$ 10 mil conforme a evolução até o posto de 2º tenente.

Vai chamar atenção.

Mas a sua preocupação não deve ser quantas pessoas vão se inscrever.

A pergunta é:

quantas delas vão chegar realmente preparadas em todas as etapas?

É nesse grupo que você precisa entrar.

Concurso PMERJ CFO 2027: o que falta agora?

O novo concurso para oficiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro está autorizado.

Serão:

100 vagas para o CFO 2027.

A Fundação Getulio Vargas foi confirmada como organizadora da seleção, e o processo de contratação avançou.

O edital está previsto para o segundo semestre de 2026.

Para ingressar na carreira, o candidato deverá possuir bacharelado em Direito, além de atender aos demais requisitos que serão definidos oficialmente.

O termo de referência já fornece uma boa visão da estrutura esperada do concurso.

Mas o próximo documento realmente decisivo será:

o edital.

Até lá, existe trabalho suficiente para fazer.

Conheça a FGV.

Resolva questões.

Meça seus percentuais.

Revise Direito.

Construa um caderno de erros.

Treine escrita.

Comece ou mantenha sua preparação física.

E acompanhe as próximas movimentações.

Porque agora a discussão não é mais apenas se haverá concurso.

As 100 vagas estão autorizadas.

A banca está definida.

E o candidato já possui informações suficientes para transformar expectativa em preparação.

Boa sorte e bons estudos!

 

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