O concurso TRF3 2026 está com edital publicado. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região divulgou nesta segunda-feira, 26 de outubro, as regras da nova seleção para Técnico Judiciário e Analista Judiciário, com oportunidades em São Paulo e Mato Grosso do Sul.
O edital oferece 11 vagas imediatas, além de cadastro de reserva, em oito opções de cargos e especialidades. Todas as oportunidades exigem nível superior, inclusive para Técnico Judiciário.
A organização ficará sob responsabilidade da Fundação Vunesp, contratada pelo tribunal em outubro.
As remunerações iniciais variam de R$ 9.776,73 a R$ 20.013,11, conforme o cargo e a gratificação aplicável.
As inscrições serão realizadas de 4 a 23 de novembro de 2026, com taxas de R$ 100 para Técnico e R$ 160 para Analista.
As provas objetivas e discursivas estão marcadas para 31 de janeiro de 2027, em cidades de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Confira a distribuição das vagas, os requisitos, os salários, as etapas de avaliação e as orientações para organizar a preparação.
Concurso TRF3 2026: principais informações
| Informação | Detalhes |
|---|---|
| Órgão | Tribunal Regional Federal da 3ª Região |
| Situação | Edital publicado |
| Data da publicação | 26/10/2026 |
| Banca | Fundação Vunesp |
| Cargos | Técnico e Analista Judiciário |
| Vagas | 11 imediatas + cadastro de reserva |
| Escolaridade | Nível superior |
| Salários | R$ 9.776,73 a R$ 20.013,11 |
| Inscrições | 04/11 a 23/11/2026 |
| Taxa para Técnico | R$ 100,00 |
| Taxa para Analista | R$ 160,00 |
| Provas | 31/01/2027 |
| Jornada | 40 horas semanais |
| Regime | Estatutário |
Concurso TRF3 tem 11 vagas imediatas e cadastro de reserva
O novo edital contempla oportunidades para o Tribunal Regional Federal da 3ª Região e para as Seções Judiciárias de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
As 11 vagas imediatas estão concentradas na área de Tecnologia da Informação, para o quadro do próprio TRF3.
As demais oportunidades são destinadas à formação de cadastro de reserva.
Confira a distribuição:
| Unidade | Cargo e especialidade | Vagas |
|---|---|---|
| TRF3 | Analista — Análise de Sistemas de Informação | 1 |
| TRF3 | Analista — Suporte em Tecnologia da Informação | 1 |
| TRF3 | Técnico — Desenvolvimento de Sistemas de Informação | 5 |
| TRF3 | Técnico — Suporte Técnico | 4 |
| Justiça Federal de SP | Analista — Oficial de Justiça Avaliador Federal | CR |
| Justiça Federal de SP | Técnico — Contabilidade | CR |
| Justiça Federal de MS | Analista — Área Judiciária | CR |
| Justiça Federal de MS | Técnico — Tecnologia da Informação | CR |
| Total imediato | 11 |
CR significa cadastro de reserva.
O edital prevê oportunidades para atuação nas unidades vinculadas à Justiça Federal da 3ª Região, observadas as opções de classificação e lotação.
Como estão distribuídas as vagas reservadas?
Das 11 vagas imediatas, seis são destinadas à ampla concorrência, uma a pessoas com deficiência e quatro a candidatos negros.
Durante a validade do concurso, também deverão ser observados os percentuais de reserva previstos no edital:
| Modalidade | Reserva prevista |
|---|---|
| Pessoas negras | 25% |
| Pessoas com deficiência | 5% |
| Pessoas indígenas | 3% |
| Pessoas quilombolas | 2% |
As regras de classificação, comprovação e convocação estão detalhadas no edital.
Quais são os requisitos do concurso TRF3?
Todos os cargos exigem formação de nível superior.
Entretanto, os requisitos específicos variam conforme a especialidade.
Analista Judiciário
Para as especialidades de Análise de Sistemas de Informação e Suporte em Tecnologia da Informação, é exigida graduação na área de TI ou formação superior em outra área acompanhada de pós-graduação em Tecnologia da Informação, conforme as condições do edital.
Para Oficial de Justiça Avaliador Federal e Analista da Área Judiciária, é exigida graduação em Direito.
Técnico Judiciário
Para Desenvolvimento de Sistemas de Informação, é aceita graduação em qualquer área, acompanhada de certificados de cursos de desenvolvimento de software que totalizem pelo menos 120 horas.
Para Suporte Técnico, é exigida graduação em qualquer área e cursos de Tecnologia da Informação, nas áreas indicadas pelo edital, com carga horária total mínima de 120 horas.
Para Tecnologia da Informação, a exigência também contempla graduação em qualquer área e cursos de TI com pelo menos 120 horas.
Já para Contabilidade, o edital estabelece formação em Ciências Contábeis com registro profissional ou outra combinação de formação superior e curso técnico em Contabilidade, respeitadas as condições de registro profissional.
Atenção: os candidatos devem conferir cuidadosamente os requisitos da especialidade pretendida antes de realizar a inscrição.
Qual é o salário do concurso TRF3 2026?
As remunerações iniciais divulgadas para o concurso são:
| Cargo | Remuneração inicial |
|---|---|
| Técnico Judiciário | R$ 9.776,73 |
| Analista Judiciário | R$ 16.040,87 |
| Analista — Oficial de Justiça Avaliador Federal | R$ 20.013,11 |
Os valores de Técnico e Analista consideram o vencimento básico e a Gratificação de Atividade Judiciária (GAJ).
Para Oficial de Justiça, a remuneração também inclui a Gratificação de Atividade Externa (GAE).
Os servidores poderão receber benefícios previstos na legislação do Judiciário Federal, conforme os requisitos aplicáveis.
A jornada prevista é de 40 horas semanais.
Inscrições do concurso TRF3 começam em novembro
As inscrições serão realizadas exclusivamente pelo site da Fundação Vunesp.
O prazo começa às 10h de 4 de novembro e termina às 23h59 de 23 de novembro de 2026, pelo horário de Brasília.
As taxas são:
| Cargo | Taxa |
|---|---|
| Técnico Judiciário | R$ 100 |
| Analista Judiciário | R$ 160 |
O pagamento deverá ser efetuado até 24 de novembro de 2026, observando o horário limite estabelecido pela organizadora.
Quem pode solicitar isenção?
O edital prevê isenção para candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, nas condições estabelecidas, e para doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde.
Os pedidos poderão ser apresentados nos dias 4 e 5 de novembro.
A documentação e os procedimentos deverão seguir as regras da Vunesp.
É possível disputar Técnico e Analista?
Sim, desde que o candidato atenda aos requisitos de ambos os cargos.
As provas para Técnico serão realizadas pela manhã, enquanto as avaliações para Analista ocorrerão à tarde.
Assim, é possível concorrer a uma opção de cada carreira, desde que os horários não coincidam e sejam observadas as demais regras do edital.
Quando serão as provas do TRF3?
As provas estão previstas para 31 de janeiro de 2027.
A aplicação ocorrerá em seis cidades:
| Estado | Cidades |
|---|---|
| São Paulo | Araçatuba, Bauru, Ribeirão Preto e São Paulo |
| Mato Grosso do Sul | Campo Grande e Dourados |
O candidato deverá observar as opções disponíveis e as regras para escolha do local de prova.
As avaliações serão aplicadas em turnos diferentes:
| Período | Carreira |
|---|---|
| Manhã | Técnico Judiciário |
| Tarde | Analista Judiciário |
A duração prevista é de 4 horas e 30 minutos.
Como será a prova objetiva da Vunesp?
A prova objetiva terá 60 questões de múltipla escolha, com cinco alternativas cada.
A avaliação será dividida em dois blocos:
| Bloco | Questões | Peso |
|---|---|---|
| Conhecimentos Gerais | 24 | 1 |
| Conhecimentos Específicos | 36 | 2 |
| Total | 60 | — |
O peso maior dos Conhecimentos Específicos significa que esse bloco terá influência superior na pontuação.
Por isso, os candidatos deverão considerar essa diferença ao distribuir o tempo de estudo.
Quais são os critérios de aprovação?
Para a ampla concorrência, o edital estabelece três exigências cumulativas:
- Acertar pelo menos 12 questões de Conhecimentos Gerais;
- Acertar pelo menos 18 questões de Conhecimentos Específicos;
- Alcançar média ponderada mínima de 6,00 pontos.
Para os candidatos abrangidos pelas modalidades de reserva previstas no edital, os mínimos informados são de dez acertos em Conhecimentos Gerais, 15 em Conhecimentos Específicos e média ponderada de 4,80 pontos.
Não basta alcançar a média geral se o candidato deixar de atingir um dos mínimos exigidos em cada bloco.
Esse detalhe deve ser considerado durante a preparação.
Concurso TRF3 terá redação e estudo de caso
Além da prova objetiva, os candidatos realizarão avaliação discursiva.
O formato dependerá da carreira escolhida.
Analista Judiciário: estudo de caso
Os candidatos a Analista Judiciário deverão responder a um estudo de caso relacionado aos Conhecimentos Específicos.
A avaliação exigirá uma resposta de até 30 linhas.
O objetivo é verificar a capacidade de aplicar conhecimentos técnicos a uma situação apresentada pela banca.
Técnico Judiciário: redação
Os candidatos a Técnico Judiciário realizarão uma redação dissertativo-argumentativa.
A prova avaliará a capacidade de desenvolver ideias, organizar argumentos e utilizar adequadamente a língua portuguesa.
Qual será a nota mínima?
A prova discursiva será avaliada de zero a dez pontos.
| Modalidade | Nota mínima |
|---|---|
| Ampla concorrência | 5,00 |
| Modalidades de reserva previstas | 4,00 |
A avaliação terá caráter eliminatório e classificatório.
O edital também estabelece limites de classificação para correção das provas discursivas dos candidatos da ampla concorrência.
Por isso, além de alcançar os mínimos da objetiva, será necessário buscar uma classificação competitiva.
O que estudar para o concurso TRF3 2026?
O conteúdo programático varia conforme o cargo.
Entretanto, existem disciplinas comuns que merecem atenção.
Conhecimentos Gerais
Entre os conteúdos previstos estão:
- Língua Portuguesa e Raciocínio Analítico;
- Raciocínio Lógico-Matemático;
- Ética no Serviço Público e Integridade;
- Direitos Humanos e Fundamentais;
- Acessibilidade;
- Sustentabilidade e Meio Ambiente;
- Informática, Inteligência Artificial e Inovação, para os cargos indicados no edital.
A distribuição das disciplinas deve ser conferida no conteúdo programático da especialidade escolhida.
Conhecimentos Específicos — Área Judiciária
Para Analista Judiciário da Área Judiciária e Oficial de Justiça, o programa inclui conteúdos jurídicos, como Direito Constitucional, Administrativo, Civil, Processual Civil, Penal, Processual Penal, Tributário, Previdenciário e Ambiental.
Para Oficial de Justiça, também são importantes os assuntos relacionados ao cumprimento de mandados, penhora, avaliação de bens e às atribuições específicas da carreira.
Conhecimentos Específicos — Tecnologia da Informação
As especialidades de TI abrangem conteúdos relacionados a desenvolvimento de sistemas, engenharia de software, bancos de dados, segurança da informação, redes, sistemas operacionais, governança de TI e infraestrutura tecnológica.
Também aparecem temas como inteligência artificial, computação em nuvem e normas aplicáveis aos sistemas do Judiciário.
A profundidade varia conforme a especialidade.
Conhecimentos Específicos — Contabilidade
Para Técnico Judiciário — Contabilidade, o programa contempla disciplinas como Contabilidade Geral, Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Administração Financeira e Orçamentária, Matemática Financeira e Cálculos Judiciais.
A preparação deve considerar tanto o conhecimento conceitual quanto a resolução de exercícios.
Como foi o último concurso TRF3?
O concurso anterior do TRF3 foi realizado em 2024, sob organização da Fundação Carlos Chagas (FCC).
A seleção ofereceu 269 vagas imediatas, além de cadastro de reserva, para diferentes cargos da área de Apoio.
As provas incluíram questões objetivas e avaliações discursivas, conforme a carreira.
Os concursos anteriores de 2023 e 2024 tiveram suas validades prorrogadas até 2028.
Entretanto, a nova seleção possui características próprias, especialmente a presença da Vunesp como organizadora e a concentração das vagas imediatas em Tecnologia da Informação.
Por isso, a preparação deve ser orientada prioritariamente pelo edital de 2026.
📚 Estratégia do Wagner: como estudar para o TRF3 com edital publicado e banca Vunesp
O edital do TRF3 foi publicado.
São 11 vagas imediatas, além de cadastro de reserva.
A banca é a Vunesp.
E as provas estão marcadas para 31 de janeiro de 2027.
Agora, eu quero chamar sua atenção para uma coisa.
A partir de hoje, você não precisa mais estudar com base em expectativas. Você tem um edital para seguir.
E isso muda completamente a maneira como deve organizar sua preparação.
Antes, você precisava trabalhar com previsões.
Agora, sabe quais disciplinas serão cobradas.
Sabe quantas questões terá a prova.
Conhece os pesos.
E sabe que também precisará realizar uma avaliação discursiva.
Então não é mais momento de ficar apenas acompanhando notícias.
É momento de transformar o edital em um planejamento de estudos.
1. Escolha o cargo antes de organizar o cronograma
O TRF3 oferece oportunidades em diferentes especialidades.
Mas existe uma característica importante.
As 11 vagas imediatas estão concentradas em Tecnologia da Informação.
Já outras áreas, como Oficial de Justiça, Área Judiciária e Contabilidade, terão cadastro de reserva.
Isso não significa que o cadastro de reserva deva ser ignorado.
Mas você precisa compreender a diferença.
Vaga imediata e cadastro de reserva não são a mesma coisa.
A nomeação dos candidatos do cadastro dependerá das necessidades do tribunal, da classificação e das condições legais e orçamentárias.
Então minha primeira orientação é escolher o cargo considerando sua formação, os requisitos e seus objetivos.
Não adianta começar a estudar para uma especialidade e descobrir depois que não possui a qualificação exigida.
Leia o edital.
Confira os requisitos.
E defina seu foco.
2. Os Conhecimentos Específicos precisam ter prioridade
A prova terá 60 questões.
São 24 de Conhecimentos Gerais e 36 de Conhecimentos Específicos.
Mas existe um detalhe ainda mais importante.
Os Conhecimentos Gerais possuem peso um.
Os Específicos possuem peso dois.
Isso significa que os Específicos terão influência muito maior na pontuação.
Então, se eu estivesse organizando um cronograma, reservaria uma parcela importante do tempo para esse bloco.
Mas atenção.
Priorizar os Conhecimentos Específicos não significa abandonar os Conhecimentos Gerais.
O edital exige desempenho mínimo nos dois blocos.
Para a ampla concorrência, são pelo menos 12 acertos em Gerais e 18 em Específicos, além da média ponderada mínima de seis pontos.
Portanto, não adianta acertar muitas questões específicas e deixar de alcançar o mínimo de Gerais.
Você precisa construir um desempenho equilibrado.
3. Estude a Vunesp, não apenas o conteúdo
A banca está definida.
E isso representa uma vantagem.
Você pode estudar o perfil da organizadora.
Resolver provas anteriores.
Observar a estrutura dos enunciados.
E identificar como os assuntos são cobrados.
Em Língua Portuguesa, eu daria atenção especial à interpretação de textos, às relações de sentido e à aplicação da gramática.
Nas disciplinas jurídicas, trabalharia a legislação e questões que exigem compreensão dos conceitos.
Para TI, resolveria questões técnicas e problemas relacionados às ferramentas, tecnologias e normas previstas no edital.
Agora, uma orientação importante.
Não resolva questões apenas para aumentar a quantidade registrada no aplicativo.
O objetivo não é dizer que fez mil questões.
É aprender com elas.
Se você errou, precisa entender o motivo.
Se acertou por sorte, também precisa revisar.
Porque acertar uma questão sem compreender o conteúdo não significa que você conseguirá repetir o resultado na prova.
4. Não confunda nota mínima com classificação competitiva
O edital estabelece critérios mínimos de aprovação.
Mas a correção das discursivas terá limites de classificação.
Isso significa que alcançar a nota mínima da objetiva não garante automaticamente que sua redação ou estudo de caso será corrigido.
Então sua preparação precisa ter um objetivo maior.
Não apenas passar no mínimo.
Mas alcançar uma boa classificação.
E como fazer isso?
Acompanhando o desempenho.
Eu recomendo separar seus resultados por disciplina.
Quantas questões resolveu?
Quantas acertou?
Quais assuntos apresentam maior dificuldade?
Você está melhorando?
Imagine que está acertando 85% das questões de Português, mas apenas 45% dos Conhecimentos Específicos.
Será que faz sentido continuar dedicando a maior parte do tempo a Português?
Talvez não.
Você precisa identificar onde existe maior possibilidade de melhorar sua pontuação.
5. A discursiva precisa entrar no cronograma agora
O concurso terá redação para Técnico Judiciário e estudo de caso para Analista Judiciário.
E eu quero destacar uma coisa.
Não deixe essa preparação para a última semana.
Se você fará redação, precisa treinar argumentação.
Organização de ideias.
Coerência.
Coesão.
E domínio da língua portuguesa.
Agora, se fará estudo de caso, precisa desenvolver a capacidade de aplicar o conhecimento específico a uma situação prática.
Não basta decorar conceitos.
Você precisa demonstrar que sabe utilizá-los.
Minha recomendação é reservar um momento da semana para treinamento discursivo.
Escreva.
Corrija.
Identifique os problemas.
E tente melhorar na próxima produção.
Para Analista, observe especialmente o limite de 30 linhas.
Você precisa aprender a responder com clareza e objetividade.
6. Para TI, não basta conhecer o nome das tecnologias
As vagas imediatas estão concentradas em Tecnologia da Informação.
E isso merece atenção.
O conteúdo pode envolver desenvolvimento de sistemas, bancos de dados, redes, segurança da informação, governança e outras áreas técnicas.
Então não adianta apenas decorar siglas.
Você precisa compreender os conceitos.
Entender as aplicações.
Identificar diferenças entre tecnologias.
E resolver problemas.
Por exemplo, se o edital cobra banco de dados, não basta saber o que significa SQL.
Você precisa praticar consultas e compreender operações.
Se cobra redes, precisa entender protocolos, funcionamento e segurança.
Se cobra engenharia de software, precisa dominar processos, conceitos e técnicas.
O estudo precisa ser compatível com a profundidade exigida para a especialidade.
E, como o conteúdo específico possui peso dois, cada dificuldade nessa área merece atenção.
7. Para a área jurídica, cuidado com a quantidade de disciplinas
Quem pretende disputar Analista da Área Judiciária ou Oficial de Justiça encontrará um conteúdo jurídico extenso.
Direito Constitucional.
Direito Administrativo.
Direito Civil.
Processual Civil.
Direito Penal.
Processual Penal.
E outras disciplinas.
O problema é tentar estudar tudo de maneira desorganizada.
Eu recomendo construir um ciclo.
Distribuir as disciplinas ao longo da semana.
E reservar momentos específicos para revisão e questões.
Nas matérias jurídicas, a leitura da legislação é importante.
Mas não deve ser a única atividade.
Você precisa resolver questões da Vunesp.
Observar como a banca explora as regras.
E identificar os pontos em que costuma cometer erros.
Para Oficial de Justiça, também é fundamental dar atenção às atribuições específicas da carreira.
8. Monte um controle de erros
Imagine que você resolveu 30 questões.
Acertou 18.
Errou 12.
O que fazer agora?
Muita gente simplesmente passa para o próximo assunto.
Eu faria diferente.
Analisaria os erros.
Você não conhecia a teoria?
Esqueceu uma regra?
Confundiu conceitos?
Ou interpretou mal o enunciado?
Cada problema exige uma solução diferente.
Se você não conhece o conteúdo, precisa estudar.
Se está esquecendo, precisa revisar.
Se está confundindo conceitos, precisa comparar os assuntos.
E, se está errando por interpretação, precisa treinar a leitura.
Pode utilizar uma planilha simples.
Disciplina.
Assunto.
Motivo do erro.
Data da revisão.
O importante é transformar seus erros em informações para melhorar o planejamento.
9. Faça simulados respeitando a estrutura da prova
A avaliação terá 60 questões objetivas e uma etapa discursiva.
Tudo dentro de quatro horas e meia.
Então você precisa treinar a administração do tempo.
Não basta conhecer o conteúdo.
É necessário conseguir demonstrar esse conhecimento dentro do período disponível.
Eu começaria com blocos menores de questões.
Depois, aumentaria gradualmente.
Até chegar aos simulados completos.
E faria esses simulados respeitando, sempre que possível, a estrutura da Vunesp.
Observe quanto tempo leva para resolver os Conhecimentos Gerais.
Quanto tempo utiliza nos Específicos.
E quanto precisa reservar para a redação ou estudo de caso.
O dia da prova não deve ser a primeira vez em que você enfrenta uma avaliação com essa duração.
10. Como organizar a preparação até janeiro?
O edital foi publicado em outubro.
As provas serão em 31 de janeiro.
Você tem aproximadamente três meses para se preparar.
E eu dividiria esse período em três fases.
Primeira fase: organização e cobertura do conteúdo prioritário.
Leia o edital.
Defina as disciplinas.
Identifique os assuntos mais importantes.
E comece a resolver questões.
Segunda fase: aprofundamento e treinamento.
Aumente o volume de questões da Vunesp.
Faça revisões.
Treine a discursiva.
E acompanhe o desempenho.
Terceira fase: reta final.
Priorize simulados.
Revise os erros recorrentes.
Treine a administração do tempo.
E evite acumular materiais desnecessários.
Esse planejamento deve ser adaptado à sua realidade.
Se você trabalha e consegue estudar duas horas por dia, organize essas duas horas.
Não monte um cronograma impossível de cumprir.
É melhor estudar com consistência do que planejar muitas horas e abandonar tudo depois de uma semana.
Minha orientação final
O TRF3 publicou o edital.
A banca é a Vunesp.
As provas serão em janeiro.
E o conteúdo programático está definido.
Então você não precisa esperar mais informações para organizar os estudos.
Precisa começar a trabalhar com o edital.
Escolha o cargo.
Defina prioridades.
Resolva questões.
Treine a discursiva.
Faça simulados.
E acompanhe sua evolução.
Lembre-se:
Não é a quantidade de horas que você diz ter estudado que vai determinar sua classificação. É o conhecimento que conseguirá demonstrar no dia da prova.
O edital está publicado.
Agora, sua preparação precisa avançar.
Cronograma do concurso TRF3 2026
| Evento | Data |
|---|---|
| Publicação do edital | 26/10/2026 |
| Início das inscrições | 04/11/2026 |
| Solicitação de isenção | 04 e 05/11/2026 |
| Resultado dos pedidos de isenção | 12/11/2026 |
| Recursos contra indeferimento | 13 e 16/11/2026 |
| Resultado dos recursos da isenção | 19/11/2026 |
| Encerramento das inscrições | 23/11/2026 |
| Último dia para pagamento | 24/11/2026 |
| Convocação para as provas | 21/01/2027 |
| Provas objetivas e discursivas | 31/01/2027 |
| Gabarito preliminar | 01/02/2027 |
| Recursos contra o gabarito | 02 e 03/02/2027 |
| Divulgação das notas objetivas | 26/02/2027 |
As demais etapas deverão seguir o cronograma oficial e eventuais retificações da organizadora.
Concurso TRF3 2026: vale a pena participar?
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A seleção terá avaliações objetivas e discursivas, exigindo preparação direcionada ao conteúdo programático e aos critérios de aprovação.
Com edital publicado, banca definida e provas marcadas, o momento é de organizar os estudos e direcionar a preparação para o concurso TRF3 2026.
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Boa sorte e bons estudos!








